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Sessão de hoje foi de prestação de contas da Câmara e da Prefeitura

(Foto: Câmara de Vereadores) - Sessão de hoje foi de prestação de contas da Câmara e da Prefeitura
(Foto: Câmara de Vereadores)

A 49ª sessão ordinária da Câmara de Vereadores de Curitiba, desta manhã (31), foi reservada para uma audiência pública para prestação de contas referente ao primeiro quadrimestre de 2016, da Câmara e da Prefeitura de Curitiba.

A audiência foi coordenada pela Comissão de Finanças. Pela Câmara de Vereadores, a diretora de administração e finanças, Aline Bogo, explanou sobre os valores orçamentários e já gastos até o momento. De acordo com ela, o orçamento previsto para este ano, é de R$ 140 milhões. Do montante, até agora, foram utilizados R$ 29,4 milhões apenas com pagamento de pessoal, o setor que mais onera a administração, seguindo ela. Os vereadores elogiaram e aprovaram a administração financeira da Casa, chegando até mesmo a pedir salva de palmas para o setor.

Os números da Prefeitura também foram apresentados. De acordo com o setor de finanças, dos R$ 8,3 bilhões previstos de receita, R$ 2,9 bilhões foram realizados. Segundo a secretaria de Finanças, houve redução na arrecadação, na ordem de 5,7% e que isso afeta o funcionamento da Administração. Foi revelado ainda, que apesar das dificuldades, a Prefeitura está em dia com os precatórios.

Os gastos com saúde, que por lei, precisam ser de pelo menos 15% da receita, foi de 15,87% no período. Na área da Educação, que prevê 25%, está até agora, nestes quatro primeiros meses, em 23,22%.

O investimento em Segurança Pública foi bastante questionado. De acordo com a secretaria de Finanças, foram R$ 127 milhões, no entanto, o questionamento fica em relação a ausência de investimentos na Guarda Municipal.

Ao meio-dia, no término do prazo regimental, foi feita uma chamada e os vereadores votaram pela prorrogação da sessão por 30 minutos, já que algumas questões restavam sem respostas.

Ainda conforme a secretaria de finanças, diante da necessidade de cortes em alguns setores, por conta da instabilidade econômica, e da redução da arrecadação, saúde e educação não foram afetados. Também foram apresentadas informações que levam para uma “crescente demanda nos atendimentos e serviços públicos, como a compra nas feiras de R$ 1,99”.

IPMC

Sobre a dívida de R$ 212 milhões com o Instituto de Previdência dos Servidores do Município de Curitiba (IPMC), foi afirmado que o repasse de R$ 63 milhões mensais, que garante o pagamento das pensões e aposentadorias, está em dia e que a dívida acumulada, deverá ser paga em 60 meses.