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Sessões dos dias 15, 16 e 17 de abril foram anuladas por Maranhão

(Foto: Câmara dos Deputados) - Sessões dos dias 15, 16 e 17 de abril foram anuladas por Maranhão
(Foto: Câmara dos Deputados)

A decisão do presidente interino da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão (PP), de anular o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, basicamente derruba as sessões que trataram do processo na Casa entre os dias 15 e 17 de abril.

Desta forma, Maranhão pede que o processo volte à Câmara. O impeachment já avançou ao Senado, tendo relatório aprovado por comissão especial, e a votação é prevista para quarta-feira (11), quando os senadores decidirão sobre o afastamento por 180 dias de Dilma. Diante disso, não está certo se esse calendário será mantido.

Um dos motivos para a decisão de anular o processo é que houve orientação de bancada, o que fere a liberdade de voto dos deputados. Há ainda uma alegação técnica de que o resultado da votação teria que ser encaminhado ao Senado por resolução e não por ofício, como teria ocorrido.

Maranhão acolheu recurso da AGU (Advocacia-Geral da União) questionando a votação do processo de impeachment de Dilma, no dia 17 de abril. O impeachment foi aprovado por 367 votos contra 137, pela abertura do processo de impeachment.