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Vereador da oposição prevê “a maior crise da história de Curitiba para a próxima gestão”

(Foto: Divulgação/CMC) - Vereador da oposição critica administração pública
(Foto: Divulgação/CMC)

O pequeno expediente da Câmara de Vereadores de Curitiba foi de uso da tribuna por vereadores da oposição que relataram sobre a dívida flutuante de Curitiba e fizeram uma ‘previsão’ de que a próxima gestão municipal, deverá sofrer as consequências. “O atual prefeito vai deixar uma dívida de R$ 2 bilhões e a cidade acabada, ruas esburacadas. Este é o prefeito que disse que iria preconizar o atendimento aos pobres e não o fez”, afirmou um dos vereadores. “Estou prevendo aqui a maior crise da história de Curitiba para a próxima gestão”, acrescentou.

Já com o início da pauta, cinco projetos que foram todos aprovados. Em segundo turno, passou o projeto que concedeu utilidade pública à União das Associações de moradores e Clubes de Mães de Santa Felicidade e a autorização para permuta de terrenos entre a Prefeitura e a Centro Sul Participações Societárias Ltda. A denominação de logradouro público como Newton Grein e a cidadania honorária ao cônsul-geral do Japão, Toshio Ikeda, também foram aprovadas em segunda votação. O quinto projeto da pauta, entrou em discussão em primeiro turno, e prevê o título de cidadania honorária ao diretor-presidente do Pequeno Cotolengo, padre Renaldo Lopes. Vinte e nova votos sim aprovaram a homenagem.

Mais uma vez, os vereadores chegaram a um acordo e dispensaram o grande expediente, encerrando a sessão às 10h56.