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Policial suspeito de homicídio no Uberaba é preso após denúncia anônima

(Foto: Reprodução) - Policial suspeito de homicídio no Uberaba é preso após denúncia
(Foto: Reprodução)

Dois policiais militares suspeitos de participarem de um homicídio no Bairro Uberaba em Curitiba, devem prestar depoimento na tarde desta quinta-feira (16) na Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). O crime foi registrado no dia 25 de março deste ano, quando o empresário Reginaldo Bergamaschi foi vítima de uma emboscada na esquina das ruas Antônio Andriguetto e América da Costa Saboia. 

Um homem encapuzado desce e dispara uma “rajada” de tiros com um fuzil 556. Pouco depois, o carro da vítima acelera, atropela o atirador e perde o controle, batendo contra um muro. Nesse momento, o executor se levanta e usa uma pistola 9mm para concluir o assassinato. A cena foi registrada por uma câmera de segurança.

Na última terça-feira (14) a polícia civil deflagrou  Operação “Lei e Ordem” para cumprir 14 mandados judiciais, sendo 11 de busca e apreensão e 4 de prisões temporárias contra policiais militares suspeitos de envolvimentos no homicídio.

Um dos policiais presos é o Soldado William Couto. De acordo com o advogado Jeffrey Chiquini, que assumiu a defesa do policial, a prisão de Couto, de acordo com o inquérito foi baseada em uma denúncia anônima. "Estão querendo denegrir a imagem de um homem honrado. Temos aqui uma prisão precipitada, amparada em denúncia anônima. Denúncia anônima feita no dia 01/04 e pedido de prisão feito no dia 02/04. O Soldado Couto é um homem com histórico ilibado. Uma carreira brilhante como policial. Infelizmente está há um ano acometido de depressão. Mas já fez muito pela sociedade paranaense. Merece ser tratado com a presunção de inocência que o Estado de direito exige. Querem matar a reputação dos bons policiais e a constituição da república. A Polícia Militar é uma instituição honrada, formada por homens honrados. Não vamos admitir que queiram manchar a imagem dessa corporação e de seus homens que defendem a sociedade com a própria vida", finalizou Chiquini.

Couto não foi encontrado no momento que os policiais foram até sua residência cumprir o mandado de prisão. Após conhecimento ele se apresentou espontaneamente com o advogado de defesa na Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa. Ele está na Polícia Militar há 15 anos.


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