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Mais Médicos: a farsa e o crime de lesa-pátria do PT

(Foto: Pixabay) - Mais Médicos: a farsa e o crime de lesa-pátria do PT
(Foto: Pixabay)

A resposta contundente dos médicos brasileiros ao edital do Ministério da Saúde para preencher as vagas deixadas por mais de oito mil cubanos do programa Mais Médicos fulmina o principal argumento do governo de Dilma Rousseff – no qual os petistas ainda insistem - de que seu objetivo era compensar o desinteresse dos profissionais locais em atender a população carente.

Em cinco dias, 97,2% das vagas foram preenchidas. As inscrições estão previstas até 7 de dezembro

Dilma instituiu o programa na esteira das gigantescas manifestações de 2013, que, entre outras coisas, exigiam mais investimentos em saúde. As manifestações foram utilizadas malandramente pelo governo petista para deflagrar um acordo que vinha sendo costurado por iniciativa da ditadura cubana: a contratação de profissionais de saúde daquele país, escolhidos pelo governo daquele país e de acordo com as regras impostas pelo governo daquele país, para atender os pobres brasileiros em troca de bilhões de dólares que, além de financiar a ditadura comunista, seriam utilizados para pagar a dívida que aquele país contraía, a juros camaradas, junto ao BNDES (que fianciava obras de empreiteiras brasileiras que, por sua vez, pagavam propina ao PT e seus líderes, incluindo Lula).

Um crime de lesa-pátria de dimensões dantescas: a saúde de brasileiros foi utilizada como mercadoria para um negócio aviltante, pois, entre outras barbaridades, incluía o trabalho semiescravo dos cubanos – sabe-se lá qual o nível de preparo deles, jamais avaliado pelo governo brasileiro, impedido por contrato de tomar essa iniciativa. Esses profissionais ficavam com pequena parte do salário, já que a fatia do leão era destinada ao governo de seu país, e não tinham sequer o direito de trazer seus familiares ou constituir família no Brasil.

Parêntese: o contrato inicial previa a destinação total do salário dos médicos à ditadura cubana, que repassava uma ninharia aos seus semiescravos. A reação da opinião pública brasileira impôs a alteração. Fecha parêntese.

A troca de telegramas entre os governos cubano e brasileiros, divulgada na semana passada pela Folha de S.Paulo, é um atestado contundente da tramoia, da submissão do governo petista às imposições dos companheiros cubanos – todas elas foram aceitas, exceto o valor do salário, que ficou em torno de quatro mil dólares, metade do exigido pelos comunistas -, de sua capacidade ilimitada de mentir e de trair os interesses nacionais em benefício próprio e dos companheiros de ideologia.

O rompimento do contrato, unilateral e de efeito imediato pelo governo cubano após a vitória de Jair Bolsonaro, que defendia a revisão de seus termos draconianos, mostra também que Cuba, ao contrário da “solidariedade” que diz praticar, quer é grana que suas brigadas de mão de obra barata levanta para financiar a ditadura moribunda.

E revela, mais uma vez – e de forma acachapante – a contradição e o cinismo dos petistas, que se insurgiram contra a reforma trabalhista do governo Temer, que flexibilizou a legislação mas manteve os direitos básicos do trabalhador, e defendem mão de obra semiescrava explorada pelo companheiros comunistas.

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