Você poderá alterar sua localização a qualquer momento clicando aqui.
Ocultar   |   Alterar cidade
Você está vendo conteúdo de Curitiba e região.
Ocultar   |   Alterar cidade

Vereadores aguardam um recuo do sindicato ou da prefeitura

Está marcada para esta terça-feira (20) a votação na Câmara de Curitiba do ajuste fiscal encaminhado pelo prefeito Rafael Greca (PMN). 

De um lado, o Poder Executivo com ânsia de aprovação imediata das propostas do ajuste para tentar equilibrar as contas -- que estariam apertadas por causa da crise econômica. Fala-se até que, caso não seja aprovado, a prefeitura terá dificuldades para honrar a folha de pagamento. 

Do outro, os servidores que não concordam com itens deste ajuste fiscal e prometem resistir para evitar a votação. É sabido que se os projetos do ajuste forem à plenário, eles serão aprovados. Greca tem ampla maioria na Câmara e a oposição, mesmo reforçada com o PSD e PDT, que fecharam questão contra o pacote fiscal, não terá forças para reverter o quadro. 

No meio disso tudo, estão 38 vereadores preocupados. Bastante preocupados. 

Os governistas sabem da missão que receberam: aprovar o pacote do ajuste fiscal. E o quanto antes. 

A oposição, insuflada pelos manifestantes, vão ganhando mídia enquanto o projeto não é apreciado. 

Mas tanto os vereadores que dão sustentação ao prefeito Greca na Câmara, quanto os oposicionistas têm algo em comum: temem que a votação descambe para violência.  

Alguns dos parlamentares ouvidos disseram que se prefeitura e/ou sindicatos não recuarem diante dos atuais posicionamentos, aumentam as chances da sessão plenária acabar em confusão.