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'Game of Thrones': Números superlativos

(Foto: Divulgação)  - 'Game of Thrones': Números superlativos
(Foto: Divulgação)

Por qualquer aspecto que se observe, Game of Thrones é uma série cercada de números superlativos. Nunca antes na história da TV mundial um produto custou tão caro, teve audiência maior, arrecadou tanto e faturou prêmios como a saga da HBO, que exibe a oitava e última temporada a partir de hoje.

Essa, aliás, foi anunciada como a mais cara de todos tempos, com um orçamento de US$ 15 milhões por episódio.

O retorno mostrou que cada centavo vale a pena. Segundo o jornal The New York Times, a série arrecada US$ 1 bilhão anuais para a HBO. Os números de audiência são espantosos.

O episódio final da sétima temporada foi visto por 16,5 milhões de pessoas nos Estados Unidos. Trata-se de um recorde para uma série de televisão.

No quesito prêmios, GoT também domina o ranking. Ao todo, recebeu 110 indicações. Foram 11 já na temporada de estreia e 23 no quinto ano da série. Considerado o Oscar da TV, o Grammy foi entregue 38 vezes para técnicos, produtores, atores e diretores. Outro recorde.

O ator Peter Dinklage, que interpreta Tyrion Lannister, ganhou dois Emmys de ator coadjuvante, e a série levou o troféu de melhor série dramática em 2015 e 2016.

Em tempo: Dinklage foi o ator mais premiado do elenco. Entre outros, ele ainda levou o Globo de Ouro em 2012.

A série da HBO também faturou prêmios de direção de arte, figurino, maquiagem e edição de som.

Planeta. Outro número impressionante de Game of Thrones é sobre seu alcance geográfico.

A oitava temporada será exibida em 186 países. No Brasil, a série mobiliza tanto que é exibida em telões em bares com open bar.

GoT também é uma das séries que mais viajaram o mundo para fazer suas gravações.

Nada menos que sete países foram usados como cenário, com 30 locais de gravação.

O elenco passou pela Croácia, onde fica o Porto Real, Islândia, local da imensa muralha de gelo, em Svínafellsjökull, Espanha, onde vive a família de Oberyn Martell, Irlanda do Norte, base de Westeros, Malta, Marrocos e Escócia.

Em todos esse lugares, os locais de gravação se transformaram em atrações turísticas rentáveis exploradas por operadores locais.

Duração. A última temporada da série vai bater também um recorde interno.

O terceiro episódio vai durar 1h22, sendo o mais longo de todas as temporadas.

Até então o episódio final da sétima temporada de GoT era o líder desse ranking, com 1h19.

O grande final da série terá 1h20.

O episódio mais curto será o primeiro, com meros 54 minutos de duração. O segundo, que será exibido no dia 21 de abril, terá 58 minutos, o 3°, dia 28, vai durar 82 minutos.

O quarto, no dia 5 de maio, terá 78 minutos. Os dois últimos, nos dias 12 e 19 maio, terão 80 minutos cada um.

Sangue. Game of Thrones também entra para a história como uma das mais sanguinárias produções da TV: 2.995 em 67 episódios, segundo levantamento feito pelo portal G1.

A taxa de mortalidade foi crescendo ano a ano: 53 mortes na temporada de estreia, 293 na 5°, 520 na 6° e 1.093 na 7°. Por esse ritmo, podemos esperar muito sangue a partir de domingo.

Algumas das mortes marcaram os fãs. Em uma das mais emblemáticas, Viserys Targaryen, irmão de Daenerys Targaryen e herdeiro do rei Aerys II, foi queimado com ouro derretido por Khal Drogo.

Quem não se lembra do espanto quando "Ned" Stark foi executado por ordem de Joffrey Baratheon.

Ou quando Robert Baratheon foi atacado por um javali durante uma caçada.

Outro crime marcante foi o assassinato de Mirri Maz Duur, a feiticeira, que foi queimada por seguidores de Daenerys após matar Khal Drogo.

As estimativas da mídia especializada apontam que GoT também bateu todos os recordes da pirataria.

Seriam mais de 1 bilhão de visualizações ilegais na sétima temporada. Isso apesar de várias emissoras pelo mundo, como a OCS, na França, e a Sky Atlantic, no Reino Unido, terem decidido transmitir a derradeira temporada no mesmo horário que nos Estados Unidos, de madrugada.

Com esse mecanismo se diminui o risco que assombra os fãs: o spoiler. Por fim, o público terá de exercitar muito a memória para não se perder na complexa teia da trama.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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