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Ouro na Rio-2016, queniana se diz surpresa com recorde na São Silvestre

(Foto: Paulo Pinto/ Fotos Públicas) - Ouro no Rio, queniana se diz surpresa com recorde na São Silvestre
(Foto: Paulo Pinto/ Fotos Públicas)

EDUARDO RODRIGUES

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Acostumada com maratonas de 42 km, a queniana Jemima Sumgong temia a corrida de São Silvestre. Nas ruas de São Paulo, porém, o que se viu foi uma corredora à vontade e com disposição.

Além de vencer a disputa com folga sobre as adversárias, ela bateu o recorde da prova e se surpreendeu.

Com o tempo de 48min35s, ela baixou em 13 segundos a marca da compatriota Priscah Jeptoo, que detinha o posto de melhor resultado desde 2011.

"Não pensei em quebrar o recorde. Vim forte para ganhar, e para mim foi uma surpresa quando vi que havia batido o recorde", disse Jemima em entrevista coletiva.

Apesar de ter chegado 20 segundos antes da segunda colocada Flomena Cheyech, a queniana garantiu que a prova não foi das mais fáceis, e que teve bastante dificuldade na subida da avenida Brigadeiro Luis Antônio, já na parte final da prova.

"Estava muito quente e difícil, mas eu consegui imprimir uma boa velocidade e estou muito satisfeita com a vitória. Quero agradecer ao apoio dos brasileiros, que foram muito acolhedores e me incentivaram o tempo inteiro", acrescentou.

Jemima encontrou no Brasil seu lugar das glórias. Em 2016, a maratonista foi campeã nos Jogos Olímpicos do Rio e revelou seu amor pelo país.

"O Brasil está no meu coração. Vim aqui e ganhei os Jogos Olímpicos do Rio e agora venci aqui [em São Paulo]. Sempre será um prazer estar no Brasil", declarou.