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GP da França retorna ao calendário da Fórmula 1 depois de 10 anos

A França confirmou o retorno à Fórmula 1 em 2018 em evento realizado nesta segunda-feira. O país estava fora do calendário desde 2008 e voltará a receber a categoria no circuito de Paul Ricard, com o apoio de diversos setores públicos.

Os planos foram anunciados oficialmente no Automobile Club de France, em Paris, com a presença do presidente da FFSA (Federação de Automobilismo da França) Nicolas Deschaux e o presidente do conselho regional da Provença, Alpes e Côte d’Azur (PACA) Christian Estrosi.

A PACA vai financiar o evento, junto da cidade de Toulon e a FFSA, e a previsão é de um impacto de 65 milhões de euros (240 milhões de reais) na região.

Atualmente com dois pilotos no grid, Romain Grosjean, da Haas, e Esteban Ocon, da Force India e um dos mais cotados a substituir Nico Rosberg na Mercedes, a França sediou o primeiro GP da história, em 1906, e fez parte do primeiro campeonato da Fórmula 1, em 1950.

Construído em 1970, o circuito de Paul Ricard recebeu o GP da França em 14 oportunidades, entre 1971 e 1990, quando o evento passou a ser realizado em Magny Cours. A última corrida recebida pelo país, contudo, foi o GP de 2008, vencido por Felipe Massa.

A pista é hoje de propriedade da família Ecclestone, mas o promotor da F-1 disse que alugaria o local para os organizadores. O circuito passou por uma extensa reforma há cerca de 15 anos e hoje tem 137 opções de traçados, sendo o maior deles de 5.861m. A pista ainda é uma das poucas no mundo que pode ser molhada artificialmente, tendo recebido um teste para pneus de chuva da Pirelli no início deste ano. Ainda assim, as instalações e arquibancadas precisarão ser renovadas para receber a F-1.

A volta da França freia uma tendência de países tradicionais saírem do calendário. A Alemanha está fora da temporada de 2017 e o contrato de Monza, na Itália, demorou meses para ser finalizado. Há alguns anos, até a Inglaterra ficou ameaçada de perder a prova. Por outro lado, além da França, outro país europeu que estaria perto do retorno é a Holanda, motivada pela popularidade de Max Verstappen.