Você poderá alterar sua localização a qualquer momento clicando aqui.
Ocultar   |   Alterar cidade
Você está vendo conteúdo de Curitiba e região.
Ocultar   |   Alterar cidade

Belinati quer recursos federais para manter estádio do Café com a prefeitura

(foto: João Ramondini/Rede Massa) - Belinati quer verba federal para manter o Café com a prefeitura
(foto: João Ramondini/Rede Massa)

A expectativa de uma possível subida do Londrina Esporte Clube à Série A do Campeonato Brasileiro mexe com a cidade. A principal pergunta é: será que temos condições de disputar em condições de igualdade com os principais times do país?

Além disso, há a preocupação com o estádio do Café. Apesar das melhorias feitas neste ano pela Fundação de Esportes como troca do gramado, pintura e reforma dos vestiários, ainda há muito por fazer para tornar o estádio em condições ideais para abrigar as partidas.

A licitação aberta pela prefeitura de Londrina cedendo a praça esportiva para a iniciativa privada em um prazo de dez anos por R$ 1,1 milhão não atraiu interessados. O próximo prefeito de Londrina, Marcelo Belinati, revelou em entrevista ao Massa News que o interesse da gestão será manter o estádio com a administração pública, obtendo recursos com o governo federal para melhorar o local.

"Precisamos deixar o estádio pronto para receber grandes jogos. Se o Londrina vai para a Série A, o palco também deve ser de série A, com maior conforto tanto para os torcedores quanto para os jogadores", afirmou Belinati,  garantindo que fará contatos com o ministro dos Esportes, Leonardo Picciani, para o envio de projetos para execução de melhorias no Café. "Temos muito a fazer, desde a troca completa do sistema de iluminação, construção de novos vestiários, e contamos com recursos federais para isso".

A iluminação presente no estádio é a mesma desde a inauguração, em 1976. Em três partidas do Londrina neste ano foram registrados ‘apagões’, fazendo com que o clube fosse acionado pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). A estimativa da Fundação de Esportes é de que um novo sistema custaria R$ 1,4 milhão.

Exemplos

Cascavel e Maringá são exemplos de cidades que utilizaram verbas federais para reformar suas principais praças esportivas.

Em Cascavel, estão sendo investidos R$ 8 milhões para uma revitalização completa do estádio Olímpico, incluindo novo gramado, instalações de cadeiras e reformas em rampas, bilheterias, bares, reforma de banheiros e troca de pisos.

Já em Maringá são R$ 5 milhões para revitalização do setor oeste do estádio, onde fica a arquibancada coberta. As melhorias serão feitas na cobertura, cabines de transmissão, banheiros e implantação de sistema de câmeras de segurança.