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Corinthians controla 'bolso' e prevê reforços até durante o Paulista

(Foto: Rodrigo Gazzanel/ Ag. Corinthians) - Corinthians controla 'bolso' e prevê reforços até durante o Paulista
(Foto: Rodrigo Gazzanel/ Ag. Corinthians)

SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) - Ainda em trabalho inicial de planejamento para a próxima temporada, depois da confirmação de Fábio Carille como técnico para 2017, o Corinthians contará com uma política de despesas controladas para reforçar o elenco que terminou na sétima colocação do Campeonato Brasileiro.

O Corinthians assumiu uma política de contenção de gastos para o próximo ano. O principal símbolo desta postura recai sobre o volante Rithely. Valorizado pelo Sport, o meio-campista surgiu como possível reforço, mas a pedida alta do clube pernambucano afastou qualquer possibilidade neste momento.

O limite dos gastos também é resultado do final de temporada do time. Fora da Copa Libertadores da América, o clube perde com arrecadações maiores na Arena, direitos de TV da competição sul-americana e premiação pela participação no torneio.

O diretor de futebol, Flávio Adauto, admite a postura mais conservadora e procura tratar todas as movimentações com o maior sigilo possível, a fim de evitar supervalorização de atletas.

Ainda em trabalho inicial de planejamento para a próxima temporada, depois da confirmação de Fábio Carille como técnico para 2017, o Corinthians contará com uma política de despesas controladas para reforçar o elenco que terminou na sétima colocação do Campeonato Brasileiro.

O Corinthians assumiu uma política de contenção de gastos para o próximo ano. O principal símbolo desta postura recai sobre o volante Rithely. Valorizado pelo Sport, o meio-campista surgiu como possível reforço, mas a pedida alta do clube pernambucano afastou qualquer possibilidade neste momento.

O limite dos gastos também é resultado do final de temporada do time. Fora da Copa Libertadores da América, o clube perde com arrecadações maiores na Arena, direitos de TV da competição sul-americana e premiação pela participação no torneio.

O diretor de futebol, Flávio Adauto, admite a postura mais conservadora e procura tratar todas as movimentações com o maior sigilo possível, a fim de evitar supervalorização de atletas.