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Lucho González, um argentino-brasileiro no Atlético

(Foto: Gustavo Oliveira/Site Oficial) - Lucho González, um argentino-brasileiro no Atlético
(Foto: Gustavo Oliveira/Site Oficial)

Bife de Chorizo ou Feijoada? Tango ou Samba? Pelé ou Maradona? Messi ou Neymar? Para um brasileiro as escolhas são fáceis e até mesmo, nem deveriam ser comparadas, mas na véspera do maior clássico do futebol mundial, o repórter Robson De Lazzari conversou com o argentino Lucho González, meia do Atlético Paranaense e provavelmente um dos únicos no CT do Atlético que vai torcer para a Argentina no jogo que acontece nesta quinta-feira (10), às 21h45, no Estádio do Mineirão, em Minas Gerais, pela 11ª rodada das Eliminatórias da Copa do Mundo 2018.

Já adaptado ao futebol brasileiro, engana-se quem pensa que o meia nunca jogou esse clássico, inclusive eliminando a seleção brasileira. “Já joguei pela Argentina contra o Brasil várias vezes. No pré-olímpico ganhamos e deixamos o Brasil fora das olimpíadas de Atenas, em 2004”.

Sobre o jogo desta quinta, Lucho considera que as duas equipes têm chances de ganhar. “O Brasil há quatro jogos atrás estava mal e hoje é líder. Espero ver um grande jogo de futebol, pois existem jogadores de muita qualidade dos dois lados”.

No Atlético, o argentino luta para conquistar uma vaga na Copa Libertadores da América. O triunfo rubro-negro, para muitos, é o gramado sintético, que não é novidade na Argentina, mas Lucho não acha que isso seja o ponto forte da equipe. “Nós já perdemos em casa e isso (o gramado) não é o principal, mas sim a equipe e a qualidade que temos. Fora de casa nós fazemos bons jogos, mas os resultados não são o que esperamos”.

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