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Maicon e João Schimidt treinam e devem reforçar o São Paulo contra o Grêmio

O zagueiro Maicon e o volante João Schmidt foram liberados pelo departamento médico e participaram normalmente do treino deste sábado. A tendência é que a dupla reforce o São Paulo no duelo contra o Grêmio, na quinta-feira, no estádio do Morumbi, na capital paulista, pela 35.ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Maicon está recuperado de dores no tornozelo direito sofrido no treino da última quarta-feira. João Schmidt estava com um problema no pé esquerdo que o tirou dos dois últimos dias de treinos com os companheiros. A atividade, no entanto, esteve desfalcada de seis jogadores convocados para suas seleções: Rodrigo Caio (Brasil), Cueva (Peru), Mena (Chile) e Buffarini (Argentina), além de Lyanco e David Neres (seleção brasileira sub-20).

O técnico Ricardo Gomes comandou um treino em campo reduzido e dividiu os jogadores em três times para uma atividade técnica. Duas equipes se enfrentavam, enquanto que a terceira esperava o vencedor. Quem marcasse primeiro permanecia no gramado. Por fim, um trabalho de alongamento finalizou os ajustes.

ALIVIADO - Depois de encerrar um jejum de gols no clássico contra o Corinthians, o atacante argentino Chavez se mostrou mais tranquilo para seguir o trabalho no São Paulo e comentou neste sábado sobre o difícil momento. Segundo ele, a força que recebeu do amigo Lugano fez a diferença para superar a má fase.

"O Lugano é um grande amigo que o clube me deu. Ele sempre incentiva os companheiros, é um líder, um jogador de grupo e me apoiou bastante. Mesmo no banco de reservas, ele vive o jogo fortemente, incentiva e torce bastante. Ele ficou louco com o meu gol (risos), correu para me abraçar e comemorou bastante. Antes do jogo, ele me disse para comemorar bastante caso marcasse, porque são momentos assim que dão mais confiança, principalmente em clássicos", comentou o centroavante.

Chavez estava sem marcar desde o dia 11 de setembro, quando balançou as redes na vitória do São Paulo por 3 a 1 sobre o Figueirense. "Pessoalmente, este período foi bastante duro porque não tinha ficado tanto tempo sem gols pelo clube. Agora retomei um pouco da confiança, mas sempre sabia que algum momento o gol sairia. E esse tabu foi cortado contra o Corinthians. O apoio da torcida, dos meus companheiros e do treinador foi fundamental", acrescentou o argentino.