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Procuradoria do TJD pede que Athletiba seja com portões fechados

A polêmica envolvendo Athletiba, marcado para esta quarta-feira (30), na Arena da Baixada, em Curitiba, continua: caso o Athletico não reserve espaço específico nas arquibancadas para a torcida do Coritiba, o jogo pode acontecer com portões fechados. A medida inominada foi protocolada pela Procuradoria do Tribunal de Justiça Desportiva do Paraná (TJD-PR), e será analisada pelo presidente do Tribunal caso o CAP não cumpra a medida liminar até às 21h desta terça-feira (29).

Na medida, o procurador Henrique Cardoso dos Santos afirmou que o descumprimento da liminar resultará em "grave ameaça à segurança dos torcedores de ambos os clubes para a partida que se realizará" e acarretará "inestimável prejuízo ao futebol paranaense, bem como poderá culminar em grave situação de violência entre as torcidas “misturadas”".

O Athletico Paranaense, por sua vez, afirmou por meio de nota publicada no site oficial que “a Justiça Desportiva, apesar do nome, não faz parte do Poder Judiciário nem possui qualquer vinculação com o Estado”, e que o TJD “extrapola suas atribuições legais” ao “tentar promover a defesa do consumidor-torcedor, utilizando-se inclusive de conceitos que a própria Justiça Comum já disse estarem equivocados”.

No despacho, o presidente do TJD, Adelson Batista de Souza, afirmou que analisará o pedido de fechamento dos portões caso a liminar não seja cumprida pelo CAP até às 21h desta terça-feira.

Liminar

A ordem era para que o CAP disponibilizasse à torcida visitante uma carga de ingressos correspondente a 10% da capacidade do estádio, em cinco ponto físicos e também na internet, com local específico na arquibancada e sem restringir o uso de camisetas ou acessórios do Coritiba por parte dos torcedores.

O Athletico, porém, informou que os ingressos seriam vendidos como vouchers, somente pela internet, e em setores espalhados da Arena da Baixada. Além disso, os coxa-brancas não poderiam acessar o estádio com camisetas ou acessórios que fizessem alusão ao clube, mesmo que indiretamente.

Coritiba pede interdição

Como a liminar não havia sido cumprida até às 12h – prazo estipulado pelo TJD inicialmente – o Coritiba solicitou a interdição da Arena da Baixada e o WO da partida. 

Em despacho, o presidente do TJD optou por não apreciar o pedido agora, e afirmou que o caso será reanalisado caso a liminar não seja cumprida pelo CAP até às 21h. Além disso, Adelson Batista de Souza também pediu para que a Federação Paranaense de Futebol se manifeste, até às 13h30 de quarta-feira (30), sobre como irá proceder caso a partida aconteça com portões fechados ou se for decidido a interdição do estádio e aplicação do WO.

Colaboração Robson De Lazzari/Rede Massa

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