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Questão salarial dificulta acerto com atacantes renomados

SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) - O São Paulo sonha com um camisa 9 para resolver o problema do ataque em 2017. Mas encontrar um jogador renomado para a posição livre no mercado não é tarefa fácil.

Para tirá-los dos seus clubes, o clube precisa fazer uma oferta financeira interessante. No entanto, o São Paulo não tem dinheiro em caixa para altos investimentos.

Resta usar a criatividade e barganhar muito para fechar bons negócios. Por isso, a missão, em alguns casos, tornou-se quase impossível. Veja abaixo três casos de atacantes que o São Paulo procurou, mas que ainda são sonhos improváveis de serem realizados.

Ricardo Oliveira

O veterano do Santos, de 36 anos, mantém uma boa relação com o clube, que defendeu em 2006 e 2010. O São Paulo tentou envolvê-lo em uma troca com Michel Bastos, mas tal possibilidade foi descartada pelo Santos.

Como o futuro técnico Rogério Ceni também aprova a contratação de Ricardo Oliveira, o presidente tricolor, Carlos Augusto de Barros e Silva, tentou fazer mais uma investida nesta semana ao encontrar o mandatário santista, Modesto Roma.

O alvinegro praiano não está disposto a negociar o jogador com o São Paulo. O mais provável é que ele permaneça na Vila Belmiro ou se transferia para algum time chinês.

Lucas Pratto

O argentino é um sonho antigo do São Paulo. Em outras oportunidades, a diretoria tricolor já havia tentado contratar o atacante, de 28 anos. O fato de o Atlético-MG contar com Fred e Robinho fez com que o São Paulo voltasse a cogitar a possibilidade de trazer Pratto, que em algumas ocasiões neste ano não ficou entre os titulares.

O salário superior ao teto são-paulino, de R$ 350 mil, foi um dos obstáculos.

Além disso, o time mineiro também demonstrou que vai dar prioridade para negociar o jogador com algum clube do exterior.

Calleri

É o preferido da torcida, pois deixou uma boa impressão no primeiro semestre deste ano, quando marcou 11 gols em 31 partidas -sendo ainda o artilheiro da temporada. O São Paulo entrou em contato com o argentino, que está no West Ham, da Inglaterra.

Mesmo sem prestígio na Europa, o jogador, de 23 anos, recebe um salário muito superior ao teto tricolor e não tem a intenção de deixar o futebol europeu neste momento. Ou seja, ele só deve voltar ao São Paulo caso não apareça uma oportunidade para seguir na Europa.