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Reformulação e número de reforços dependerá da saída de atletas

Com a chegada do gerente executivo Alexandre Torres, a reformulação do futebol do Fluminense está a todo vapor. Inicialmente, a diretoria trabalha com três ou quatro nomes para reforçar o elenco. Porém, esse número só será definitivo após concluir as negociações para a saída de determinados atletas que não estão nos planos para a próxima temporada.

Vários atletas estão fora dos planos, mas têm contrato longo e impedem uma reformulação rápida no elenco. São os casos de Gum, Giovanni, Wellington Silva, Pierre, Dudu, Maranhão, Danilinho, Osvaldo e Henrique Ceifador. Se o Fluminense conseguir negociar esses atletas terá que repor, o que aumentaria a quantidade de reforços.

"A situação financeira do Fluminense, embora haja um certo equacionamento, não é confortável. Investimentos exagerados o Fluminense não pode fazer. Hoje a gente trabalha com algo entre três ou quatro atletas para suprir eventuais deficiências do elenco. Mas há outros clubes que têm interesse em atletas do Fluminense, então existe uma entrada e saída que precisa, eventualmente, ser compensada", disse o presidente Pedro Abad.

Há consenso que o principal erro para o Fluminense chegar nessa situação envolve diretamente erros de contratação. Justamente por isso o clube se encontra com vários atletas fora dos planos e com contratos longos. Assim, cada reforço que chegar terá passado por um processo de avaliação envolvendo o presidente Pedro Abad, o gerente geral da base Marcelo Teixeira, o gerente executivo Alexandre Torres e o vice de futebol Fernando Veiga.

"Nossa ideia é justamente essa (reduzir chance de erro). Queremos uma gestão para mudar o cenário de total amadorismo que tinha aqui. Temos duas pessoas qualificadas e pretendemos aprimorar ainda mais isso. É um modelo que não é personalista", resumiu Abad.

Até agora, o Fluminense contratou dois jogadores: Sornoza e Orejuela, do Dell Vale. Eles se destacaram na campanha do time equatoriano no vice-campeonato da Libertadores.