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Circuito Brasil de halterofilismo, natação e atletismo paralímpico chega na última fase regional

(Foto: Patricia Zeni) - Circuito Brasil de esportes paralímpicos chega na última fase regional
(Foto: Patricia Zeni)

A última fase do Regional Rio-Sul do Circuito Brasil Loterias Caixa do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) teve início nesta sexta-feira (12), na Universidade Positivo, em Curitiba. No primeiro dia de competições, 137 atletas disputam a modalidade de halterofilismo, que tem caráter nacional. As modalidades de natação e para-atletismo acontecem no sábado (13) e domingo (14), com mais 475 competidores.

No total são quatro regionais e Curitiba sedia a última etapa. Os melhores colocados de cada etapa garantem vaga na fase nacional, que acontece a partir de maio, no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo. 

Jonas Freire, diretor adjunto do CPB, explica a importância da divulgação do trabalho dos atletas. “Fazemos esporte de alto rendimento, mas além disso mostramos toda capacidade e potencial da pessoa com deficiência.”

De acordo com o diretor, o ano de 2019 é importante para o esporte paralímpico. “Estamos na véspera dos Jogos Olímpicos de Tóquio, é um ano que chamamos de reta final de preparação, além disso temos os Jogos Parapan-americanos de Lima, um evento muito importante para o Brasil, que tem a missão de manter o título, e também temos os mundiais das três categorias que estão sendo disputadas aqui.”

Halterofilismo

O halterofilismo é divido em categorias de peso, sem classe diferenciadas, ou seja, masculino e feminino. A competição é parecida com o levantamento de peso olímpico, com “chamada de peso”: os atletas pedem o peso a ser colocado, são três tentativas por competidor e o maior peso levantado é considerado como resultado final.

(Foto: Comitê Olímpico Brasileiro)(Foto: Comitê Olímpico Brasileiro) 

Os atletas executam o movimento de supino, deitados em um banco. Os competidores têm deficiência física.

Natação e Atletismo

Na natação são feitas adaptações conforme as deficiências. Os nadadores cegos recebem aviso por meio de um bastão com forma de espuma quando estão se aproximando das bordas; algumas largadas também podem ser feitas na água.

No atletismo, os atletas são divididos em grupos de acordo com o grau de deficiência; os deficientes visuais correm ao lado do atleta-guia, com cordão de ligação.

(Foto: Comitê Olímpico Brasileiro)(Foto: Comitê Olímpico Brasileiro) 

Nas duas categorias os competidores têm deficiência física, visual e intelectual.

Colaboração Patricia Zeni

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