Você poderá alterar sua localização a qualquer momento clicando aqui.
Ocultar   |   Alterar cidade
Você está vendo conteúdo de Curitiba e região.
Ocultar   |   Alterar cidade

Tecnologia permite monitorar gado com GPS

Créditos: Pixabay - Tecnologia permite monitorar gado com GPS
Créditos: Pixabay

Os agricultores da Noruega conseguiram driblar o problema da criação de gado britânico e continental, de grande porte, no país a partir do uso de GPS. Isso porque os pesquisadores tiveram a ideia de utilizar a tecnologia para rastrear os padrões de pastoreio durante os meses de verão, de acordo com um artigo da Eivind Torgersen. 

De acordo com o pesquisador Morten Tofastrud, ele e seus alunos equiparam cerca de 30 animais com coleiras de GPS. Eles rastreiam a posição dos animais a cada cinco minutos, permitindo que os pesquisadores acompanhem seus movimentos. Os sensores de atividade nos colares seguiram os movimentos de cabeça e pescoço do gado. Isso permitiu que Tofastrud soubesse se eles estavam ativamente pastando ou não. 

"Tivemos que gastar muito tempo com os animais para validar as medidas do colarinho", disse Tofastrud. "Enquanto estávamos fazendo isso, também coletamos amostras fecais e estudamos o que elas estavam comendo”, completa dizendo que os bovinos foram pesados antes e depois de cada estação de pasto para acompanhar seu peso, um fator importante para um produtor de carne. 

A chamada “doce comum” é o tipo de grama favorita da vaca, mas como não há muito disso, é mais como uma pequena sobremesa, eles pastavam principalmente na grama ondulada, uma grama um pouco menos nutritiva. O pesquisador explica que um grande rebanho às vezes precisa recorrer a comer uma “estrela” de grama rica em fibras, que é muito mais difícil de digerir e gado passa mais tempo mastigando a comida e menos tempo procurando e comendo. 

"Os agricultores aumentam o tamanho do seu rebanho para ter uma operação lucrativa e, em seguida, a situação de alimentação na fazenda se torna um obstáculo. É uma grande vantagem se o gado pode passar 100 dias por ano procurando sua própria comida em pastagens periféricas”, conclui. 

Fonte: Agrolink

Grupo do Massa News no WhatsApp

Receba as principais notícias do dia direto no seu celular.

  Entrar no grupo