Empresas adotam o lockdown voluntariamente antes do decreto

Nem mesmo a liberação da prefeitura para o funcionamento do comércio não essencial anima os lojistas em meio à pandemia

Em um brechó, que atende há 10 anos na cidade e costumava estar sempre movimentado, fechou as portas em nome da prevenção. Apesar do fechamento, Renata Matar Kossatz que é comerciante, continuou com as vendas, adotando medidas de segurança e de distanciamento social. Se por um lado, a medida adotada por Renata preserva o bem-estar das pessoas, por outro, o estabelecimento ficará com a saúde financeira debilitada, já que sem o atendimento presencial, não será possível manter o mesmo faturamento. Esse “lockdown voluntário” adotado por parte dos comerciantes é algo inédito em Ponta Grossa e escancara a preocupação dos empresários com o novo coronavírus. É evidente que nenhum comerciante quer “baixar as portas”, mas essa é uma medida de extrema necessidade, que tem por objetivo, preservar a vida.

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