IAT apresenta ao Banco do Brasil programa de gestão ambiental

Ontem (11), o programa i9 Ambiental (Inovação Ambiental do Paraná), desenvolvido pelo Instituto Água e Terra (IAT), foi apresentado para representantes do Banco Mundial (Bird) e ao Conselho Estadual do Meio Ambiente (Cema). A apresentação fazia parte dos procedimentos do banco para liberação de financiamentos. O objetivo do programa é modernizar e unificar dados para agilizar processos relacionados à gestão ambiental, de recursos hídricos e territoriais.

O programa de inovação ambiental faz parte do Paraná Eficiente – Projeto de Inovação e Modernização da Gestão Pública no Paraná. Desenvolvido pela Secretaria de Estado de Planejamento e Projetos Estruturantes, ele prevê melhoria dos serviços digitais em três áreas: diminuir os impactos causados pela covid-19 e melhorar a eficácia da prestação de serviços de saúde; gestão ambiental; e administração pública.

“O objetivo é melhorar a eficiência e eficácia da prestação de serviços públicos, especialmente nessas três áreas. Também buscamos ampliar o acesso da população paranaense aos serviços públicos, por meio da digitalização”, explica o coordenador de Desenvolvimento Governamental e Projetos Estruturantes, Tobias de Freitas Prando.

Financiamento

O Governo do Paraná busca financiamento junto ao BIRD de U$ 130 milhões para a modernização e informatização dos sistemas. Ao IAT, serão destinados U$ 25 milhões, 19% de todo o financiamento, para colocar em prática o programa de inovação ambiental. 

O programa foi idealizado para melhorar serviços ambientais prestados de forma anacrônica, morosa, com falta de padronização e pouca transparência, além da falta de mapeamentos e dados espaciais de abrangência estadual para a gestão estratégica.

O programa foi apresentado pela chefe do Núcleo da Inteligência Geográfica e da Informação do IAT, Jaqueline Dorneles de Souza. De acordo com ela, alguns avanços já foram colocados em prática com recursos do Instituto.

“Exemplos são o SGA e o SIGARH, sistemas que apoiam a emissão do licenciamento ambiental e da outorga do uso da água. Eles já oferecem avanço na tecnologia dentro do Instituto, segurança técnica e jurídica, porém ainda não contemplam todas as atividades produtivas”, afirmou.

Ela explica que parte das atividades que estão no sistema antigo serão mescladas para uma única ferramenta.

Colaboração AEN