Escola de programação adota métodos diferenciados para atrair estudantes

Com a pandemia do coronavírus, a atuação em trabalhos da área de tecnologia ficaram em evidência. Pensando nisso, a Kenzie Academy, escola de programação, pensou em formas de atrair o público e inserir bons profissionais no mercado.

Com currículo desenvolvido por engenheiros de software do Vale do Silício, A Kenzie Academy adota na grade curricular, linguagens e tecnologias modernas, como HTML, CSS, JavaScript, React, SQL e Python e soft skills. Um dos objetivos do curso é simular o mercado de trabalho, portanto, durante o curso são aplicadas técnicas de soft skills, que enfatizam a importância da liderança, feedback, relacionamento em equipe, diversidade, comunicação e proatividade.

O curso é totalmente online, com aulas ao vivo, transmitidas para todo o Brasil. Possui a duração de 12 meses e ao todo, são 2.000 horas de estudos. As atividades acontecem de segunda a sexta-feira, com exercícios diários, desenvolvimento de projetos e suporte em tempo real, em caso de dúvidas.

Método de pagamento

Para o pagamento, a Kenzie Academy adota o método Income Share Agreement (ISA). Nesse formato, o estudante só paga a mensalidade do curso após estar empregado e com remuneração mínima de R$ 3 mil, por mês. Dessa forma, ele fornece uma porcentagem fixa de 17% da renda.

“Percebemos a carência de desenvolvedores qualificados no mercado de TI e identificamos o ISA como tendência no mundo e resolvemos trazer a Kenzie Academy para o Brasil, com o objetivo de transformar vidas, por meio da educação, de forma rápida e prática para ingressar no mercado de TI, ou mesmo para uma mudança de carreira, e com foco no sucesso do aluno”, conta Daniel Kriger, CEO da Kenzie Academy Brasil.

A escola conta com aproximadamente 300 alunos, cerca de 80 são do Paraná.

Mercado de trabalho

A partir do sétimo mês de curso, a Kenzie Academy busca inserir o estudante no mercado de trabalhando, realizando indicações para a rede de parceiros.

“Temos uma metodologia proprietária, para identificar o potencial e as aptidões dos alunos, oferecendo todo o suporte para a colocação do profissional no mercado de trabalho, por meio de mentoria de carreira e parcerias com empresas que aceleram essa contratação. Garantimos que o estudante tenha um aprendizado de qualidade e que esteja pronto para a colocação no mercado de trabalho”, explica Kriger.

Cursos

Além do curso regular ofertado, entre os dias 22 e 26 de fevereiro, a escola vai promover o curso Semana do Zero ao Python, que será gratuito e online. São 10 horas de conteúdo, incluindo exercícios práticos, acesso a comunidade restrita para tirar dúvidas e interação com outros participantes. São 10 mil vagas disponívies.

Para fazer a inscrição, clique aqui.

Experiências

O curitibano Augusto Pietroski, 22 anos, ingressou na Kenzie devido ao método ISA. “Com o período de 12 meses e a carga horária de pouco mais de meio período, ampliei meu tempo de estudo para quase o dia todo nos seis primeiros meses de curso”, conta Pietroski. 

Na opinião do estudante, a dedicação quase integral na primeira fase do curso foi crucial para conquistar seu espaço no mercado de trabalho. “Com o suporte da Kenzie e a base curricular adquirida, identifiquei oportunidades bastante interessantes a partir da indicação de amigos. No Brasil, conquistei minha primeira vaga em TI na empresa Codefiction.net, onde atuo há três meses como Front-end Developer e, mais recentemente, após um mês de processo seletivo entre entrevistas e testes técnicos, conquistei a colocação de Software Engineer, na Paxico Technologies, empresa situada na Califórnia, nos Estados Unidos”, conta o estudante. 

Já Cristine Balsini, 36 anos, atuava como artista de música clássica e teoria musical, quando resolveu mudar de carreira, em 2017. Apesar de gostar muito de trabalhar com música, Cristine considerou a motivação financeira como pontapé inicial para ingressar na área de TI.  

Para colocar em prática tudo aquilo que estava aprendendo, além de querer aperfeiçoar ainda mais esse conhecimento, Cristine buscou outras opções no mercado. “Pesquisei outros cursos de programação e encontrei a Kenzie. Com seis meses de curso, consegui minha primeira oportunidade na área, por meio de todo o suporte da equipe, com dicas na apresentação do currículo, atualização do perfil no LinkedIn, entre outras iniciativas voltadas para o nosso desenvolvimento”, diz a estudante. 

A profissional concluirá o curso em abril de 2021.