Laudo pericial do corpo de gerente de vendas aponta contradição em depoimento de travesti

Laudos da Polícia Científica do Paraná apontam novidades no caso do gerente de vendas Walter Luiz Mariano Machado, 41 anos, morto por Thays no dia 28 de maio, após um programa, em Curitiba.

A análise identificou a presença de sêmen nos preservativos recolhidos do carro e nas partes genitais da vítima. Essa informação é contrária ao depoimento de Thays, que afirmou que os dois praticaram somente sexo oral.

O resultado dos laudos será encaminhado para a Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Thays está respondendo o processo em liberdade com uso de tornozeleira eletrônica.

O caso

Walter foi encontrado morto dentro do próprio carro no bairro Rebouças, em Curitiba. Imagens de câmeras de monitoramento apontaram que ele estava no veículo com Thays durante a madrugada do dia 28 de maio.

Inicialmente, Thays negou envolvimento no crime. Entretanto, no dia 3 de junho, ela confirmou o programa e revelou que atingiu o gerente de vendas com uma pequena faca.

Segundo ela, os dois começaram a discutir porque Walter não queria usar preservativo. Depois ele aceitou e eles fizeram o programa. Na hora do pagamento, ele tentou fazer um pix e passar o cartão, mas não conseguiu. Conforme Thays, nesse momento, ele ficou alterado e começou a agredir.

Ela afirma que o atingiu com o objeto cortante para se defender das agressões.

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