Mortos em tiroteios com a Rone pretendiam eliminar inimigos, diz PM

O comandante da Rone, major Alves, revelou mais detalhes sobre os tiroteios que terminaram com oito bandidos mortos na madrugada desta quinta-feira (11) em Curitiba. Em entrevista concedida à equipe da Rede Massa | SBT, o policial revela que o grupo faz parte de uma facção criminosa pretendia seguir até São José dos Pinhais para executar um inimigo.

De acordo com Alves, as equipes da Rone passaram o dia levantando informações e monitorando o andamento dos integrantes do grupo. “A equipe de inteligência descobriu que parte da gangue estaria no Caximba para coletar armas e seguiriam para o Cajuru para se juntar com o resto do bando. Em seguida, iriam para São José dos Pinhais”, explica.

Parte da equipe da PM seguiu até o Caximba e tentou abordar dois homens. Eles reagiram, houve confronto e ambos morreram no local. Praticamente ao mesmo tempo, outras equipes da Rone já estavam no Cajuru e tentaram abordar outra parte do grupo. Novamente, houve resistência e troca de tiros, e mais seis pessoas morreram.

No total, foram apreendidas oito armas de fogo, entre pistolas e revólveres, além de dois coletes à prova de balas, dois carros com alertas de roubo e furto, e cinco quilos de drogas como maconha, crack e cocaína.

De acordo com o major, o primeiro alvo dos criminosos seria um ex-integrante da facção criminosa da qual eles faziam parte. Esse homem teria deixado essa organização criminosa para se aliar a um grupo rival, o que teria motivado a execução.