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Mais de 277 mil candidatos fazem Enem adiado neste fim de semana

(Foto: Divulgação) - Mais de 277 mil candidatos fazem Enem adiado neste fim de semana
(Foto: Divulgação)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Mais de 277 mil candidatos realizam neste fim de semana a segunda aplicação do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2016. As provas para esse grupo de estudantes foram adiadas devido às ocupações estudantis e a problemas de infraestrutura, como falta de energia elétrica.

O exame ocorrerá em todos os Estados, exceto no Acre, Amazonas, Amapá e Roraima.

Os Estados com maior número de inscritos são Minas Gerais (72.302), Paraná (43.617), Bahia (37.927) e Espírito Santo (23.486).

A primeira aplicação ocorreu nos dias 5 e 6 de novembro em todo o país.

O Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), vinculado ao Ministério da Educação, afirmou que enviou SMS e e-mail a todos os candidatos que participarão dessa segunda prova informando sobre a liberação dos novos cartões. A verificação dos locais, segundo o órgão, é de responsabilidade dos inscritos.

FRAUDE ENEM

Relatório da Polícia Federal concluiu que as provas do 1° e 2° dia do Enem, além do tema de redação, vazaram a pelo menos dois candidatos antes do início do exame. O documento foi divulgado nesta quinta (1°) pela Ministério Público Federal do Ceará; O relatório aponta que houve crime de estelionato qualificado.

Diante das conclusões, o procurador da República do Ceará, Oscar Costa Filho, afirma que vai pedir a suspensão da validade de todas as provas do Enem aplicadas nos dias 5 e 6 de novembro.

No início daquele mês, o procurador já havia solicitado que a prova de redação do Enem fosse anulada devido às suspeitas de vazamento. O juiz da 4ª vara da Justiça Federal no Ceará, José Vidal Silva Neto, no entanto, negou o pedido.

Agora, o procurador pretende usar o relatório para recorrer da decisão e estender o pedido de suspensão também para as provas objetivas. "Uma quadrilha organizada nacionalmente teve acesso antecipado às provas. Isso compromete a lisura do exame e a própria credibilidade da logística de segurança que vem sendo aplicada", afirma.