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Mulher contrata “matador de aluguel” para tirar a própria vida e o processa por não concluir serviço

Fachada da Vara Cível de Taguatinga (Foto: Reprodução/Google) - Mulher contrata “matador de aluguel” para tirar a própria vida
Fachada da Vara Cível de Taguatinga (Foto: Reprodução/Google)

Após tentativas fracassadas de suicídio, uma mulher do Distrito Federal resolveu “encomendar” a própria morte e, para isso, firmou um contrato com um “matador de aluguel”. O caso foi parar na justiça após o homem receber o pagamento – uma quantia em dinheiro e a transferência de um veículo por meio de uma procuração – e deixar de atender as ligações da mulher, não executando o serviço.

A mulher decidiu então, pedir a anulação do contrato, alegando que estava em depressão e fora de suas condições normais. O caso foi arquivado e os argumentos foram negados pelo juiz. A Justiça do DF tentou resolver o caso em audiências de conciliação, mas não houve acordo.

Uma testemunha chegou a ser ouvida pelo juiz responsável pelo caso, e sua fala teve contradições em relação ao argumento da mulher sobre o “pacto de morte”. O juiz entendeu que não tem como validar o acordo sem comprovação documental e que a procuração não prova o que a mulher estaria alegando.

Colaboração Daniela Borsuk