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Suspensão de pagamento pode atrasar obra de VLT

A suspensão dos pagamentos do serviço de instalação de portas de plataforma do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) da Baixada Santista deve atrasar a conclusão das obras, segundo afirma a empresa contratada pela Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU) para a atividade. A previsão era de que as portas de plataforma de 13 das 15 estações do ramal ficassem prontas até março.

Agora, a empresa Arquitrave afirma não ser possível cumprir o prazo se os pagamentos não forem normalizados. A dívida é de R$ 7,5 milhões, segundo a empresa. O valor do contrato é de R$ 35 milhões.

A Arquitrave está no centro de uma polêmica envolvendo sua parceira no consórcio que venceu a licitação para a instalação das portas, a empresa coreana Bosung. A parceira enviou uma carta à EMTU dizendo que o contrato vinha sendo executado irregularmente, uma vez que a Bosung tinha desistido do projeto. O caso foi revelado pelo Estado há um mês.

A Arquitrave afirma que tocou o projeto com o governo porque tinha um contrato assinado e iria correr riscos caso não cumprisse o cronograma. Diz ainda que nunca houve uma formalização, por parte da Bosung, de desistência do projeto. Ainda segundo a empresa, outra parceira está sendo buscada para substituir a Bosung. Argumenta, também, que os atrasos no pagamento começaram antes de a polêmica vir à tona.

Prazo.

A EMTU confirma que os pagamentos estão suspensos. Mas diz que isso é resultado da investigação iniciada a partir da carta da Bosung. "Os pagamentos continuam suspensos porque a EMTU não recebeu, até o momento, a documentação solicitada à empresa Arquitrave e considerada necessária à formalização da substituição da empresa Bosung." Entretanto, a empresa garante que o cronograma de entrega das obras não será afetado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.