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600 mil novos casos de câncer devem surgir no Brasil apenas em 2019

(Foto: Divulgação/ Agência Brasil) - 600 mil novos casos de câncer devem surgir no Brasil apenas em 2019
(Foto: Divulgação/ Agência Brasil)

No Brasil estima-se para esse ano, 600 mil casos novos de câncer, incluindo câncer de pele não melanoma. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), até 2030 haverá em torno de 27 milhões de novos casos de câncer, além da previsão de ser a doença que será responsável pelo maior número de óbitos no mundo.

“Hoje já temos casos em que pacientes com câncer apresentam uma sobrevida longa apesar da doença”, relata a oncologista clínica do Centro de Oncologia do Paraná (COP), Raquel Cristina Dalagnol. “Casos de cura também já são possíveis. Isso ocorre quando o diagnóstico é realizado precocemente, ou seja, com tumores em estágios iniciais, onde o tratamento adequado é instituído”.

Por isso, a oncologista atenta à importância de diagnóstico precoce, por meio de sintomas que possam surgir e, posteriormente, a procura por atendimento médico se necessário. “As terapias alvo são uma excelente forma de administrar e erradicar o tumor”, disserta Raquel. “Drogas são desenvolvidas para se direcionar a características específicas das células tumorais. É necessário identificar esses alvos através de testes moleculares ou análise genética de cada tumor”.

A Imunoterapia hoje é grande aliada. São medicamentos que possuem a capacidade de potencializar o sistema imunológico do indivíduo, de maneira a combater o câncer, através do ataque às células malignas. “Temos presenciado resultados impressionantes em diversos tipos de câncer, em especial de pulmão, rim e melanoma”, garante Raquel.

Graças à imunoterapia, hoje falamos em anos – e não meses – de sobrevida em muitos casos. É inegável o avanço da medicina na área oncológica, porém o câncer segue ainda como uma doença desafiadora na maioria dos casos. “A educação da população e dos profissionais de saúde, e o acesso aos tratamentos, são fatores essenciais para garantir uma maior sobrevida a esses pacientes”, conclui a médica.

Colaboração Assessoria de Imprensa

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