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Maior parte dos criadouros do mosquito da dengue está nos lixos

(Foto: Claudio Fachel/ Palácio Piratini) - Maior parte dos criadouros do mosquito da dengue está nos lixos
(Foto: Claudio Fachel/ Palácio Piratini)

Um levantamento feito pela Secretaria Estadual da Saúde aponta que 38% dos criadouros de Aedes Aegypti, o mosquito da dengue, são encontrados em resíduos sólidos descartados de maneira inadequada. Os dados são com base em pesquisa feita em 59 municípios do Paraná entre os meses de outubro e novembro de 2016.

Segundo a superintendente de Vigilância em Saúde, Cleide de Oliveira, “É preciso ficar atento a qualquer lugar que possa acumular água, como recipientes plásticos, garrafas PET, latas, sucatas e até mesmo entulhos de construção. Uma simples tampinha de garrafa tem espaço suficiente para a reprodução do mosquito”.

Além do lixo, o levantamento também mostrou que 29% dos criadouros são em depósitos móveis, como vasos e frascos com água, garrafas retornáveis, recipientes de descongelamento na parte de trás das geladeiras, bebedouros, fontes e materiais estocados em depósitos de construção, como canos e sanitários.

Em terceiro lugar estão os depósitos de água localizados ao nível do solo, como toneis, tambores, caixas d’água, depósitos de barro, cisternas e captação de água em poços – 15% dos criadouros localizados no Estado estavam nesses tipos de objetos.

O boletim da dengue, zika e chikungunya divulgado nesta terça-feira (6) pela Secretaria de Estado da Saúde confirma 280 casos de dengue no Paraná desde agosto deste ano. O documento também apresenta 5 casos de chikungunya e nenhum caso de zika confirmado no período.

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