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Ativos domésticos espelham melhora do humor externo e juros futuros recuam

Os juros futuros recuam na manhã desta terça-feira, 22, em sintonia com o dólar ante o real e também em relação a outras moedas. O movimento é impulsionado pela alta do petróleo e outras commodities, que tira força do dólar ante várias moedas. Na segunda-feira, as taxas fecharam em baixa e o mercado voltou a cogitar a possibilidade de um corte de 0,50 ponto porcentual da Selic na reunião do Copom da próxima semana (dias 29 e 30).

Segundo cálculos do fim da tarde de segunda-feira da Quantitas Asset, a curva de juros mostrava que a chance de um corte de 0,50 ponto porcentual, que era de 1% na sexta-feira, passou para 12% na segunda, enquanto as apostas de uma redução de 0,25pp passaram de 99% na sexta-feira para 88% na segunda-feira.

Às 9h35, o DI para janeiro de 2018 exibia 12,15%, de 12,20% no ajuste de segunda. O DI para janeiro de 2019 estava em 11,66%, de 11,70%, enquanto o vencimento para janeiro de 2021 estava em 11,78%, de 11,83% no ajuste anterior.

Nesta terça, foi divulgado que a taxa de desocupação no Estado de São Paulo ficou em 12,8% no terceiro trimestre, de 12,2% no trimestre anterior, de acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), mas o dado ficou em segundo plano. Esse foi o patamar mais elevado da série histórica, iniciada no primeiro trimestre de 2012. Em igual período do ano passado, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua em São Paulo estava em 9,6%.