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Banco do Brasil é vocacionado para o empréstimo, diz Temer

O presidente Michel Temer afirmou que o Banco do Brasil é "vocacionado para o empréstimo". Durante cerimônia de sanção da Lei do Novo Ensino Médio, ele comentou a notícia de que o lucro do Banco do Brasil caiu para R$ 8 bilhões em 2016 - registrando uma queda de 44,2% em relação ao ano anterior.

"Recebi hoje uma notícia que ano passado, sem embargo das dificuldades econômicas, o BB teve um lucro de R$ 8 bilhões sem embargo de ter fechado agências e ter dispensado 9,5 mil servidores na aposentadoria ou na demissão voluntária", afirmou o presidente.

Temer lembrou que o pagamento desses desligamentos custou R$ 1,4 bilhão ao banco, mas que, mesmo assim, a instituição tem condições de ampliar o crédito. "O Banco do Brasil é um banco vocacionado para o crédito e para o empréstimo. Portanto, na medida que ele tem essa possibilidade e evidentemente que há, e vamos cobrar, o aumento do crédito no País", afirmou o presidente.

Ele disse ainda que quer "colocar ordem nas contas públicas" para criar condições de geração de emprego e crescimento econômico. "O governo não pode gastar mais do que arrecada", declarou. Como suas ações de governo, Temer destacou ainda a retomada de obras inacabadas. "Das obras inacabadas, 436 já foram retomadas e delas já concluídas 76 obras."

Inflação

Assim como tem feito em muitos de seus discursos, o presidente destacou que os dados macroeconômicos têm mostrado melhora na economia. Temer repetiu que a inflação está diminuindo desde que assumiu o governo. "A inflação nós pegamos com 10,70%, quando chegou no fim do ano estava em 6,29%, mas hoje está em 5,35% e isso vai repercutir para os mais pobres", disse.

Temer afirmou que, eventualmente, os preços nos supermercados não devem subir "porque está revelado escancaradamente que a inflação está diminuindo".

O presidente citou ainda a redução despesas do governo no ano passado. "Só a redução do custeio em 2016, depois que nós assumimos, foi de 2,6%, o que significou uma redução de despesas", disse. "As pessoas não falavam que era preciso cortar na carne, antes de fazer reformas, pois estou revelando esses dados e vamos prosseguir com ousadia responsável, planejada, para que seja algo que possa ser compreendido pelo Congresso e pela sociedade."

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