Você poderá alterar sua localização a qualquer momento clicando aqui.
Ocultar   |   Alterar cidade
Você está vendo conteúdo de Curitiba e região.
Ocultar   |   Alterar cidade

Bolsas da Europa fecham em forte alta após FBI livrar Hillary no caso dos e-mails

(Foto: Divulgação) - Bolsas da Europa fecham em forte alta após FBI 'livrar' Hillary
(Foto: Divulgação)

As bolsas europeias fecharam em alta nesta segunda-feira, 7, depois que o FBI livrou a candidata democrata Hillary Clinton do risco de acusações criminais no caso dos e-mails enviados de um servidor privado quando ela era secretária de Estado e reforçou a expectativa de vitória sobre o republicano Donald Trump na disputa de terça-feira à Casa Branca.

A Bolsa de Londres fechou em alta de 1,70%, Paris subiu 1,91% e Frankfurt ganhou 1,93%. Já a Bolsa de Milão avançou 2,56%, Madri teve acréscimo de 1,45% e Lisboa subiu 1,70%.

As bolsas europeias foram beneficiadas pelo bom humor em Wall Street. Na véspera da eleição americana, a notícia de que o FBI não encontrou evidência de crime nos novos e-mails de Hillary Clinton deu mais combustível à democrata na corrida eleitoral.

Uma pesquisa da rede NBC divulgada nesta segunda mostra Hillary com 47% das intenções de voto e Trump, com 41%. Outra sondagem, da CBS e do jornal The New York Times, traz a democrata com 47% e o republicano com 43%.

Um levantamento da Investor's Business Daily (IBD) e da TechnoMetrica Market Intelligence (TIPP), entretanto, aponta Trump com 43,1% das intenções, mais de dois pontos porcentuais à frente de Hillary, que tem 40,7%. Com a margem de erro, de 3,1 pontos porcentuais, os dois estão tecnicamente empatados.

Todos os setores tiveram ganhos, mas o índice de bancos e de ações de recursos básicos se destacaram, com aumento superior a 2%. Em Frankfurt, o Deutsche Bank e o Commerzbank ganharam 6,22% e 5,2%, respectivamente. Já em Milão, o Unicredit avançou 4,90%, enquanto o Banca Monte Paschi disparou mais de 22% em meio a relatos de que o próximo aumento de capital, no valor de 5 bilhões de euros, pode ter conseguido atrair alguns investidores. O jornal italiano Milano Finanza informou que o fundo soberano do Qatar havia manifestado interesse preliminar e que um acordo formal poderá sair nos próximos dias.

Seguindo na temporada de balanços, o HSBC e a Ryanair divulgaram seus números. O HSBC teve prejuízo líquido de US$ 204 milhões no terceiro trimestre do ano, revertendo lucro de US$ 5,23 bilhões obtido em igual período de 2015. O resultado do banco britânico foi parcialmente afetado por uma perda de US$ 1,74 bilhão referente à venda de suas operações no Brasil ao Bradesco, que foi concluída em julho. As ações do banco, no entanto, subiram 4,62% em Londres. O índice básico de capital, uma medida importante da solidez financeira, subiu para 13,9% no terceiro trimestre.

Já a Ryanair registrou lucro após impostos de 1,17 bilhão de euros (US$ 1,30 bilhão) nos primeiros seis meses de 2016, em linha com as expectativas. Como resultado, as ações da Ryanair estavam no topo do Stoxx 600, subindo mais de 5%. Com informações da Dow Jones Newswires