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Bovespa fecha perto da estabilidade, com baixa de 0,06%

A Bovespa fechou próxima da estabilidade nesta quarta-feira,26, em leve baixa pelo terceiro pregão consecutivo. O dia predominantemente negativo no mercado externo foi determinante para o desempenho negativo durante todo o pregão. Do lado doméstico, o noticiário corporativo e a temporada de balanços geraram movimentos independentes de ações específicas - influenciando a bolsa para cima ou para baixo. Permaneceu ainda certa cautela com os riscos de delações premiadas de Eduardo Cunha e executivos da Odebrecht.

O Índice Bovespa abriu em baixa, chegou a cair 1,23% e terminou o dia com recuo de 0,06%, aos 63.825,68 pontos. Divididas entre o noticiário corporativo amplamente positivo e a queda dos preços do petróleo, as ações da Petrobras enfrentaram volatilidade, mas fecharam com altas de 1,27% (ON) e de 0,56% (PN). As da Vale seguiram em alta firme durante todo o dia (+1,97% na ON e +1,86% na PNA), refletindo o otimismo com o setor como um todo e também com os resultados da empresa, que serão divulgados amanhã.

Os balanços mais importantes até agora não comprometeram o otimismo do investidor. Os resultados do Santander apontaram lucro líquido gerencial de R$ 1,884 bilhão no terceiro trimestre, com alta de 10,3% na comparação com o mesmo período do ano passado. As units do banco reagiram com alta e terminaram o dia com ganho de 0,48%, destoando do fraco desempenho das demais ações do setor financeiro. O próximo banco a divulgar resultado trimestral será o Itaú Unibanco, na próxima segunda-feira (31).

Entre as ações que compõem a carteira teórica do Ibovespa, a maior queda ficou com JBS ON, que despencou 11,45% depois que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vetou a proposta de reorganização societária da empresa. Marfrig ON acompanhou o desempenho da concorrente e caiu 4,17%. Mesmo com três baixas consecutivas, o Ibovespa ainda conserva alta de 9,35% em outubro e de 47,24% no acumulado do ano. O volume de negócios totalizou R$ 9,11 bilhões, próximo da média de outubro.