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Camex adia decisão sobre antidumping do aço

Reunião da Câmara de Comércio Exterior (Camex) terminou sem decisão no tema mais polêmico da pauta: a aplicação ou não do direito antidumping contra os laminados de aço da China e da Rússia. É uma questão que opõe, de um lado, as siderúrgicas e, de outro, a indústria de máquinas.

A análise do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) constatou que há dumping (venda do produto importado a preços inferiores ao do mercado de origem) e dano à indústria local. No entanto, as indústrias que utilizam o aço pediram para o governo não aplicar o direito antidumping, que corresponde a uma sobretaxa cobrada na importação, para evitar impacto nos preços dos produtos finais.

Na reunião da Camex, ficou acertado que essas indústrias terão mais tempo para demonstrar o que elas alegam: que a suspensão do direito antidumping atende ao interesse nacional, por evitar impactos na inflação. Segundo fonte, esse ponto foi defendido pelo Ministério da Fazenda. O MDIC, por sua vez, defendeu a aplicação do direito antidumping com base na avaliação realizada por sua área técnica. É esperada uma decisão até o dia 20 de janeiro.

A Camex também adiou para 2018 a decisão sobre a abertura de uma cota para importação de trigo, a pedido do governo argentino. Avaliou-se que não haveria prejuízo com a postergação, uma vez que não há problemas de abastecimento do produto no momento.

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