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Com alta de 0,96%, Bovespa tem novo pico no ano e ganha 11,23% em outubro

A Bovespa fechou nesta segunda-feira, 31, com alta de 0,96% e encerrou outubro no patamar mais alto do ano, aos 64.924,51 pontos, maior valor desde 2 de abril de 2012. A valorização no mês foi de 11,23%, levando o acumulado do ano para um avanço ainda mais expressivo, de 49,77%. A maior participação do investidor estrangeiro - atraído pela melhora na percepção do País - é apontada como o principal combustível da Bolsa no mês.

A alta de hoje foi a terceira consecutiva do Índice Bovespa, garantida principalmente pela alta das ações do setor financeiro, que pegou carona no resultado trimestral do Itaú Unibanco. O banco teve lucro líquido de R$ 5,595 bilhões, com queda de 8,9% sobre o mesmo período de 2015, mas com alta de 12,64% sobre a média das projeções de seis casas consultadas pelo Broadcast.

Na última semana, o Santander Brasil também divulgou resultado considerado favorável, o que aumentou a expectativa em relação aos balanços dos demais bancos. Itaú Unibanco fechou com ganho de 3,48%, acompanhado por Bradesco PN, com 3,15% e Banco do Brasil ON, que subiu 3,53%. Bradesco e BB divulgam seus resultados no dia 10 de novembro.

O ganho do dia teria sido maior não fossem as fortes perdas dos preços do petróleo em Nova York e Londres, que arrastaram para baixo as ações da Petrobras. As dúvidas quanto à possibilidade de acordo entre países produtores para limitar a produção levou o barril do petróleo a registrar quedas superiores a 3%, com influência direta sobre ações do setor. Petrobras ON e PN terminaram o dia com perdas de 2,56% e de 2,21%, respectivamente.

De volta ao setor de commodities, as ações da Vale enfrentaram instabilidade ao longo do dia, divididas entre um movimento de realização de lucros e a alta do minério de ferro. Os papéis alternaram altas e baixas ao longo do pregão e terminaram com perdas de 0,27% (ON) e de 0,72% (PNA). Beneficiadas pela recuperação do minério, as ações preferenciais terminaram outubro com alta de 33,96% e as ordinárias, de 23,98%.