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Consumidores esperam que relação entre receber e gastar melhore em 2017

(Foto: Marcos Santos/USP Imagens) - Consumidores esperam que relação entre receber e gastar melhore
(Foto: Marcos Santos/USP Imagens)

Em pesquisa divulgada pela Associação Comercial do Paraná (ACP), a maioria dos consumidores entrevistados (81%) espera que em 2017 a relação entre recebimentos e gastos esteja melhor do que a existente no 4º trimestre de 2016, período no qual o levantamento foi elaborado contendo a participação de consumidores de todo o país. Em dezembro de 2015, esta expectativa foi de 70%.

Para 46% dos consumidores, a relação entre recebimentos e gastos continuava a mesma em comparação ao 4º trimestre de 2015. Para outros 33% a percepção foi de piora nesta relação, um aumento de 6p.p. (pontos percentuais), contra 27% do 4º trimestre de 2015.

Mesmo com a maioria de homens e de mulheres dizendo que continua igual a relação entre os recebimentos e os gastos atuais em comparação ao ano passado, cresceu de 29% para 34% (5p.p), para os homens, e de 25% para 31% (6p.p.), para as mulheres, a percepção de piora nesta relação.

Para as famílias com renda de até três e entre três a dez salários mínimos, cresceu 7p.p. e 5p.p., respectivamente, a percepção de piora na relação recebimentos e gastos atuais, em relação ao ano passado.

Já o otimismo dos consumidores aumentou na expectativa de que em 2017 a relação entre os recebimentos (salário) versus gastos será melhor, principalmente entre as mulheres, cujo percentual passou de 68% para 83%.

O otimismo também é maior entre os mais jovens. 92% dos que possuem até 25 anos e 86% entre 26 e 35 anos acreditam que a situação financeira (recebimentos versus gastos), será melhor nos próximos 12 meses.

Comprar ou não comprar

79% dos consumidores não pretendem fazer novas compras após quitarem as dívidas que geraram a restrição. Percentual igual ao do mesmo período do ano passado e 3p.p. a menos do o 3º trimestre de 2016 (79%). 21% dos consumidores pretendem fazer novas compras, tão logo consigam pagar as dívidas que geraram a restrição. Destes, 48% pretendem comprar o carro zero, seguido por imóveis com 15% das menções.

44% dos consumidores têm como sonho de consumo a compra da casa própria. Em segundo lugar, com 20% das menções, aparece a compra do carro zero. Atualmente, apenas 18% teriam condições de realizar este sonho, mas no futuro, 98% esperam realizá-lo. Apenas 13% dos consumidores estariam preparados financeiramente para comprar a casa própria atualmente. Se pensarem no futuro, este percentual sobe para 85% das menções.

Independente do bem ou serviço que desejam, apenas 20% dos homens e 15% das mulheres se sentem preparados financeiramente para realizar o sonho de consumo atualmente. O sonho de consumo de ter a casa própria é maior entre os consumidores com idade entre 26 a 35 anos, com 56% das menções. Entre aqueles com 56 anos ou mais, além da casa, é ter o carro, com 18% das menções.

Com informações da ACP