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Despesas primárias em 2017 caem para R$ 1,301 tri, diz Planejamento

O Ministério do Planejamento anunciou nesta sexta-feira, 17, no Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas do quinto bimestre que as despesas previstas para este ano caíram em R$ 2,539 bilhões, na comparação com o último relatório, passando para R$ 1,301 trilhão.

A principal redução ocorreu nos gastos com o Seguro-Desemprego e o Abono Salarial, cuja conta caiu R$ 2,117 bilhões, para R$ 57,885 bilhões. Já as despesas com subsídios, subvenções e Proagro caíram R$ 1,553 bilhão, para R$ 23,093 bilhões.

O Planejamento também reviu para baixo a estimativa de gastos com controle de fluxo pelo Poder Executivo (-R$ 722 milhões) e nas chamadas demais despesas obrigatórias (-R$ 38,6 milhões).

Por outro lado, cresceram as estimativas de despesas com pessoal e encargos sociais, com alta de R$ 516,8 milhões, chegando a R$ 284,891 bilhões este ano. Os gastos com benefícios do INSS também ficaram R$ 1,376 bilhão maiores que os previstos no último relatório, totalizando R$ 561,128 bilhões.

Receitas

O Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas do quinto bimestre computou uma alta de R$ 7,251 bilhões nas receitas totais projetadas para 2017 em relação às previsões feitas pelo governo ao fim do quarto bimestre.

O valor da receita primária total subiu de R$ 1,372 trilhões para R$ 1,379 trilhões, enquanto a receita líquida - livre de transferências - passou de R$ 1,144 trilhão para R$ 1,149 trilhão.

Pelo lado das despesas, houve queda de R$ 1,817 bilhões na previsão das despesas obrigatórias, que passaram para R$ 1,056 trilhão.

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