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Dólar tem leve queda com perspectiva de vitória de Hillary Clinton nos EUA

O dólar fechou em queda frente ao real nesta sexta-feira, 4, em meio à perspectiva de que Hillary Clinton deve manter alguma vantagem na disputa presidencial dos Estados Unidos. A baixa da divisa norte-americana só não foi maior porque pesquisas de intenção de voto indicam que a disputa eleitoral por lá será acirrada contra o republicano Donald Trump.

No mercado à vista, o dólar encerrou em baixa de 0,15%, aos R$ 3,2316. De acordo com dados registrados na clearing da BM&F Bovespa, o volume de negócios somou US$ 1,042 bilhão. Na semana, houve alta de 1,16%. Já no segmento futuro, o contrato de dólar para dezembro encerrou em queda de 0,15%, aos R$ 3,2590, com giro de US$ 16,537 bilhões.

Faltando quatro dias para as eleições norte-americanas, o câmbio doméstico acompanhou de perto as chances de vitória de Hillary Clinton à presidência dos Estados Unidos. As mínimas do dólar na sessão vieram no meio da tarde com aumento da confiança de que a candidata democrata ocupará a principal cadeira da Casa Branca.

No entanto, essa perspectiva perdeu força no final do pregão e aproximou o dólar da estabilidade em meio a sinais de que a disputa será acirrada, o que trouxe de volta a incerteza observada durante grande parte da manhã.

Mais cedo, o dólar avançou frente real diante do sentimento de incerteza, não só sobre a eleição, mas também a política monetária do Federal Reserve e o andamento da economia local. O relatório do mercado de trabalho dos Estados Unidos mostrou criação de empregos nos EUA em outubro, de 161 mil vagas, abaixo das previsões, de 173 mil vagas.

Por outro lado, o resultado de setembro foi revisado para cima, a 191 mil empregos, fortalecendo a percepção de que a economia está em franca recuperação e aguentaria um aperto monetário até o fim de ano.