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Energia elétrica sobe 4,42% e gera maior impacto no IPCA-15 de novembro, diz IBGE

O aumento na conta de luz resultou na maior pressão sobre a inflação medida em novembro pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15) divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A energia elétrica subiu 4,42%, o item de maior impacto individual no índice de novembro, o equivalente a 0,16 ponto porcentual, metade da taxa de 0,32% registrada pelo IPCA-15 no mês.

O reajuste da cobrança do patamar 2 da bandeira vermelha entrou em vigor no dia 1º de novembro, adicionando R$ 5,00 para cada 100 kwh consumidos. A energia elétrica teve aumentos desde o 1,12% registrado na Região Metropolitana de Fortaleza até 21,21% em Goiânia.

Em Goiânia, houve reajuste médio de 15,70% no valor das tarifas a partir de 22 de outubro. Também influenciaram o resultado os reajustes médios de 6,84% em Brasília, também desde 22 de outubro, e de 22,59% em uma das empresas pesquisadas na região metropolitana de São Paulo, a partir de 23 de outubro.

Como consequência, os gastos das famílias com Habitação subiram 1,33% em novembro.

O preço do gás de botijão também pressionou o resultado do grupo, com um avanço de 3,30% e um impacto de 0,04 ponto porcentual sobre a inflação do mês. As variações oscilaram entre 0,14% na região metropolitana do Rio de Janeiro e 9,44% na região metropolitana de Recife. A partir de 5 de novembro, a Petrobrás reajustou o preço dos botijões de 13kg nas refinarias em 4,5%, em média.

A taxa de água e esgoto ficou 0,30% mais cara em novembro, devido aos reajustes de 7,89% em São Paulo, a partir de 10 de novembro, e de 4,33% em Fortaleza, em vigor desde 23 de setembro.

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