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IBGE prevê IPCA de abril com pressão de medicamentos, mas alívio de energia

A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) será pressionada em abril pelo reajuste de 12,5% para os medicamentos, autorizado pelo governo. No entanto, com a entrada em vigor da bandeira verde, a tarifa de energia elétrica deve voltar a dar trégua, trazendo alívio ao indicador neste mês.

O impacto da alta dos medicamentos não é definitivo, dado que foi estabelecido apenas o limite máximo para os aumentos. "O reajuste máximo nos medicamentos é de 12,5%, vai depender de como esses 12,5% vão ser distribuídos", disse Eulina Nunes dos Santos, coordenadora de Índices de Preços do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os itens que devem pressionar a inflação de abril são a taxa de água e esgoto (com reajuste de 10,69% em Recife a partir de 20 de março, e de 10,48% em Curitiba a partir de 1º de abril); tarifa de ônibus urbano em Porto Alegre, que aumentou 15,38% em 30 de março; táxi (em Fortaleza, alta de 11,74% em 20 de março, e reajuste de 2,95% em Porto Alegre, em 5 de abril); ônibus intermunicipal em Campo Grande, com alta de 10,36% em 15 de março; e metrô no Rio de Janeiro, com reajuste de 10,81% em 2 de abril.

A tarifa de energia elétrica absorverá o reajuste de 6,92% em 15 de março em uma das empresas que atam no Rio de Janeiro e a alta de 7,40% em Campo Grande a partir de 8 de abril. No entanto, a bandeira tarifária passa de amarela em março para verde em abril, o que significa o fim da cobrança adicional na conta de luz. "A cobrança extra estava em R$ 1,50 a cada 100 quilowatts-hora consumidos. Em abril, passa para nada", lembrou Eulina.

O IBGE informou ainda que o fim do programa de bônus da Sabesp, a partir do dia 1º de maio, será integralmente absorvido pelo IPCA de maio.

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