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Indicador Antecedente sobe 2,8% em janeiro, revelam FGV e Conference Board

O Indicador Antecedente Composto da Economia (IACE) - resultado da reunião de dados que antecipam tendências econômicas no Brasil - voltou a subir no mês passado, alcançando 104,6 pontos, alta de 2,8% na comparação com dezembro. O resultado mostra uma recuperação do índice após a queda de 1,7% na passagem de novembro para dezembro, quando o IACE interrompeu dez meses consecutivos de alta.

Medido no Brasil desde julho de 2013, o indicador antecedente agrega oito variáveis que vão do Ibovespa, principal índice da Bovespa, a índices de expectativas da indústria e do consumidor, passando por indicadores de exportações.

Dos oito componentes do índice, sete contribuíram positivamente ao resultado de janeiro. A exceção foi o índice de produção de bens de consumo duráveis.

Também no terreno positivo, o Indicador Coincidente Composto da Economia (ICCE), que mede as condições econômicas atuais, subiu 0,4% entre dezembro e janeiro, chegando a 98,4 pontos.

Essa melhora indica um quadro de recuperação econômica no "futuro visível", segundo avaliação de Paulo Picchetti, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV/Ibre), responsável pelos dois indicadores junto com o instituto de pesquisa americano The Conference Board.

Após um longo período de quedas, a taxa anualizada do indicador coincidente caminha consistentemente em direção ao terreno positivo, em linha com a evolução que vinha sendo antecipada pelo indicador antecedente, comentou Picchetti.

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