Você poderá alterar sua localização a qualquer momento clicando aqui.
Ocultar   |   Alterar cidade
Você está vendo conteúdo de Curitiba e região.
Ocultar   |   Alterar cidade

Marinho: reforma trabalhista garantirá emprego e ampliará mercado de trabalho

A reforma trabalhista será como um presente ao trabalhador brasileiro porque garantirá o emprego e ampliará o mercado de trabalho. A comparação foi feita pelo relator da Comissão da Reforma Trabalhista, deputado Rogério Marinho (PSDB-RN).

Para o parlamentar, a situação da economia brasileira leva empresas a uma situação em que "ou se demite pessoas ou se permite que em negociação haja possibilidade da preservação" do emprego. "O maior presente que a gente dá ao trabalhador brasileiro é permitir que se mantenha o emprego e ele tenha ganho e, ao mesmo tempo, seja ampliado o mercado de trabalho que hoje está restrito", disse o relator ao deixar a sala da comissão que se reuniu nesta tarde de terça-feira, 14, na Câmara.

Marinho fez a comparação com o presente ao ser questionado sobre o simbolismo da reforma para o trabalhador, já que o deputado pretende entregar o relatório sobre o tema em 4 de maio - três dias após o Dia do Trabalho. "Mas posso entregar antes, até meados de abril, depende dos trabalhos."

Durante a segunda sessão da comissão, Marinho rebateu críticas da oposição e sindicatos e lembrou que a ex-presidente Dilma Rousseff sugeriu mudança na legislação que coincide com um dos temas da reforma: a vigência do acordado sobre o legislado. "Dilma Rousseff editou uma medida em 2015 mais ou menos nessa linha."

O relator da reforma fez uma forte defesa da mudança na legislação que prevê maior flexibilidade das relações entre empregado e empregador. O argumento do deputado é que a mudança é necessária para garantir empregos. Caso as normas não mudem, diz, haverá aumento do desemprego.

"Agora, a opção é a seguinte: ou se demite pessoas que estão empregadas ou se permite que numa negociação por um período restrito haja possibilidade da preservação (do emprego) até que a economia volte a reagir", disse.