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Parente diz esperar que reação a alta do custo logístico do GLP seja contida

O presidente da Petrobras, Pedro Parente, disse esperar que a reação das distribuidoras de GLP (popularmente, conhecido como gás de botijão) à revisão dos contratos de fornecimento do combustível seja "contida". A expectativa do executivo é de que as distribuidoras repassem aos consumidores apenas o aumento de custo relativo ao fim do subsídio pelo uso de infraestrutura logística.

Parente lembrou que os preços da gasolina e do óleo diesel caíram na refinaria recentemente, mas que o consumidor não foi imediatamente beneficiado.

Até então, a Petrobras não cobrava de todas as distribuidoras o uso de tanques e dutos. Agora, decidiu rever os contratos, o que deve significar um custo extra para os clientes que perderam o subsídio de R$ 0,50, em média, "ou até menos", segundo Parente.

O executivo negou que os preços do GLP tenham subido nas refinarias. "A tabela é a mesma. Só estamos eliminando subsídios cruzados. O objetivo é criar um ambiente propício ao investimento", disse Parente, após participar de cerimônia de despedida de Magda Chambriard da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).