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Participantes do Hackathon Health Tech propõem 10 soluções para área da saúde

(Foto: Divulgação) - Participantes do Hackathon Health Tech propõem 10 soluções para saúde
(Foto: Divulgação)

Dez soluções para o setor da saúde foram criadas durante o “Hackathon ECO.TIC 2016 – Health Tech” realizado entre os dias 18, 19 e 20 de novembro no Hospital Evangélico de Londrina. A maratona reuniu 48 participantes, 20 mentores da área da saúde e outros 10 especialistas em negócios e tecnologia. O objetivo principal foi apresentar soluções para melhorar a gestão da saúde sob a ótica do paciente. Os vencedores da maratona foram premiados na noite de terça-feira (22), durante a abertura do ECO.TIC 2016 Health Tech, no Espaço Villa Planalto.

Na ocasião, as três equipes finalistas, formadas por profissionais das áreas de saúde, negócios, design e programação, fizeram uma rápida apresentação dos projetos em formato de pitch. A premiação somou R$ 8 mil em dinheiro (R$ 5 mil para o primeiro lugar, R$ 2 mil para o segundo e R$ 1 mil para o terceiro), passaportes para os três dias do ECO.TIC, além de horas de consultoria, mentoria e espaço de coworking para que os grupos prossigam com o desenvolvimento dos negócios.

O consultor e gestor do Projeto Startups do Sebrae em Londrina, Fabrício Bianchi, lembrou que o trabalho começou bem antes da maratona em si, em setembro, com o levantamento realizado pelo Grupo Salus (Saúde Londrina União Setorial) dos principais problemas a serem resolvidos na saúde a partir do ponto de vista dos pacientes. “As equipes tiveram dedicação full time no último fim de semana. Todos estão de parabéns pela dedicação, independente da premiação. Não desistam do sonho de empreender”, disse.

O primeiro lugar ficou com a startup Luna Health, uma espécie de “assistente ortopédica” criada para atuar na prevenção de dores lombares, principal causa de afastamentos no trabalho. “Usamos a computação cognitiva para coletar dados na coluna dos pacientes por meio de um dispositivo que mede a angulação e dor. As informações são geradas para os profissionais do trabalho, que têm condições de traçar tratamentos para os funcionários propensos a desenvolverem dores nas costas”, explicou o economista Clybas Correa Rocha, membro da equipe. O sistema é voltado para empresas com mais de 50 funcionários.

A HB Monitor Sensors, que propôs a instalação de sensores em camas hospitalares para diminuir as quedas e casos de broncoaspiração e pneumonias, que estão relacionadas à inclinação da cama, ficou com o segundo lugar. E a terceira colocação ficou com a Fast-Health, um aplicativo que propõe a redução do tempo de espera por atendimento nos hospitais por meio do cadastramento de dados pessoais e sintomas pelos próprios pacientes em um sistema armazenado na nuvem e de acesso restrito pela instituição de saúde.

O presidente do Grupo Salus, Luiz Soares Koury, ressaltou que o último fim de semana foi de muito aprendizado. “Ficamos honrados em ter participado do hackathon. Valeu muito a pena”, afirmou. Além de agradecer a organização pela escolha da temática saúde, Koury colocou à disposição aos interessados todas as instituições que fazem parte do Salus – hospitais, clínicas, laboratórios e consultórios – como “campos de testes” para projetos pilotos que têm como propósito apresentar soluções para os problemas do setor.

Para o presidente do Arranjo Produtivo Local de Tecnologia da Informação (APL de TI de Londrina e Região), Luis Carlos Albuquerque Silva, o “Hackathon ECO.TIC 2016 – Health Tech” superou as expectativas. Os trabalhos finalistas, segundo ele, propuseram soluções para os diferentes desafios levantados, como redução do tempo de espera por atendimento e prevenção. “Durante a maratona, os integrantes do Hacking Health também votaram nas melhores ideias e o curioso é que as opiniões bateram com as da nossa banca”, contou.

O “Hackathon ECO.TIC 2016 – Health Tech”foi realizado pelo Sebrae/PR, em parceria com o Grupo Salus (Saúde Londrina União Setorial), APL de TI de Londrina e Região, Instituto Senai de Tecnologia da Informação e Comunicação, Instituto de Desenvolvimento de Londrina (Codel), Senai, Sercomtel, Central de Inovação, Desenvolvimento e Negócios Tecnológicos (Cintec), Sindicato da Indústria de Software do Paraná (Sinfor), Associação Brasileira de Startups em Saúde (ABS Startups), Associação Evangélica Beneficente de Londrina (AEBEL) e Academia Médica.

(com assessoria de imprensa)