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Sete semanas depois, corte no preço da gasolina ainda não chegou às bombas

(Foto: Rafael Neddermeyer / Fotos Públicas) - Após sete semanas depois, corte na gasolina ainda não chegou às bombas
(Foto: Rafael Neddermeyer / Fotos Públicas)

NICOLA PAMPLONA

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - Sete semanas após o primeiro corte nos preços dos combustíveis, praticamente ainda não houve repasse às bombas dos postos brasileiros.

De acordo com o levantamento de preços publicado pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) nesta sexta (2), a gasolina foi vendida esta semana a um preço médio de R$ 3,655 por litro.

É o mesmo valor verificado na semana anterior e representa uma queda de apenas 0,4% com relação ao preço vigente antes do primeiro corte, em 14 de outubro.

Na ocasião, a Petrobras reduziu o preço da gasolina e do diesel em 3,2% e 2,7%, respectivamente. No dia 8 de novembro, promoveu novo corte, de 3,1% na gasolina e 10,4% no diesel.

A expectativa da empresa era de que a gasolina caísse R$ 0,10 por litro e o diesel, R$ 0,25.

De acordo com a ANP, porém, o diesel só caiu 0,9%, ou menos de R$ 0,03 desde a primeira redução promovida pela estatal.

Esta semana, o combustível foi vendido no Brasil a R$ 2,979 por litro, praticamente o mesmo valor da semana anterior.

Os dados da agência mostram que as distribuidoras têm segurado a maior parte da queda.

Nas últimas duas semanas, porém, aumentou a margem de lucro dos postos, em R$ 0,05 por litro de diesel, enquanto o preço cobrado pelas distribuidoras caiu no mesmo patamar.

Isto é, houve um pequeno corte pelas distribuidoras, mas os postos não repassaram às bombas.