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Taxas futuras de juros fecham de lado em sessão de volume fraco

Os juros futuros seguiram perto da estabilidade até o fechamento da sessão regular, que ao longo do dia teve pouco volume de contratos negociados. Para os juros, a agenda foi fraca de eventos e indicadores e, mesmo a Pesquisa Focus, do Banco Central, tendo mostrado a mediana das estimativas de inflação abaixo da meta central de 4,5%, a movimentação foi discreta nesta segunda-feira, 13. Ao final da sessão regular, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2018 encerrou estável ante o ajuste de sexta-feira, em 10,665%.

A taxa do DI janeiro de 2019 encerrou em 10,10%, ante 10,09% no último ajuste. A taxa do DI janeiro de 2021 passou de 10,26% para 10,24%.

O câmbio oscilando ao redor da estabilidade também contribuiu para que as taxas ficassem de lado, enquanto em Wall Street o rendimento dos Treasuries subiu, mas com contágio limitado na curva doméstica. Perto das 16h30, o dólar à vista subia apenas 0,01%, a R$ 3,1114 e a T-Note de dez anos projetava taxa de 2,437%, de 2,409% no final da tarde de sexta-feira.

O mercado já abriu conhecendo o Boletim Focus, que pela primeira vez trouxe a mediana das estimativas para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2017 abaixo da meta de 4,50%, em 4,47%, ante 4,64% na semana passada. A mediana para 2018 permaneceu em 4,50%.

"O mercado já esperava e, como também não houve mudança nas medianas para a Selic este ano nem no próximo, houve uma estabilidade da curva", afirmou Carlos Eduardo Eichhorn, diretor da Mapfre Investimentos. As medianas para a taxa básica em 2018 e 2019 continuaram em 9,50% e 9,00% respectivamente.

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