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Com greve já aprovada, servidores da Universidade Estadual de Maringá pedem retirada de emenda

Com greve já aprovada, servidores da Universidade Estadual de Maringá pedem retirada de emenda Com greve já aprovada, servidores da Universidade Estadual de Maringá pedem retirada de emenda

Os servidores da Universidade Estadual de Maringá (UEM) já aprovaram indicativo de greve e podem iniciar a paralisação na próxima segunda-feira (17), após uma assembleia marcada para 8h, no Restaurante Universitário. Eles pedem que o governo reconsidere a emenda 43 enviada à Assembleia Legislativa do Paraná, que suspende o pagamento da data-base do funcionalismo, agendado para janeiro de 2017.

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino de Maringá (Sinteemar), José Maria Marques, lembrou que o reajuste foi uma proposta do próprio governo, em 2015, para dar fim à greve de três meses dos profissionais da educação. Um dia após as eleições municipais deste ano, o governador Beto Richa (PSDB) enviou a emenda 43 ao orçamento, que suspende a data-base e é considerada, pelos servidores, um calote.

“Ele mesmo voltou atrás nas palavras que disse e isso para nós é ruim, não podemos aceitar, não podemos perder o nosso poder de compra. Os nosso salários já não são altos e ainda não recompõem a inflação”, declarou.

Mesmo com a possibilidade das aulas e demais atividades serem paralisadas na UEM na segunda-feira, os servidores estão convidando os alunos para ir ao campus e acompanhar a assembleia, para que saibam e possam apoiar os motivos da greve.

Segundo Marques, os servidores pedem o cumprimento da lei. “Agora dizer que a previsão foi muito otimista e não aconteceu do jeito que eles queriam. Como nós vamos acreditar se nem a lei aprovada pelos deputados e sancionada pelo governador do Estado a gente não pode acreditar mais, vamos acreditar em quem?”

Também na segunda-feira devem entrar em greve os servidores da educação e os policiais civis.

Colaboração Geovan Petry e Marcos Luvizeto da Rede Massa