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Programa prevê aulas extras de língua portuguesa e matemática

(Foto: Divulgação/Seed) - Secretaria detalha programa 'Novo Mais Educação'
(Foto: Divulgação/Seed)

A Secretaria de Estado da Educação (Seed) divulgou nesta segunda-feira (31), as informações referentes a adesão do Estado ao programa Novo Mais Educação, proposto pelo Ministério da Educação. Conforme a Seed, no Paraná, 12 mil estudantes das séries finais do ensino fundamental serão atendidos.

O ‘novo’ formato enfoca o ensino da língua portuguesa e da matemática e, segundo a Secretaria, pouca coisa vai mudar por aqui. “A Secretaria da Educação vai continuar a trabalhar com a complementação de 15 horas semanais com aulas extras de língua portuguesa, matemática, artes, cultura, esporte e lazer”, explica a superintendente da Educação Fabiana Campos. “Optamos em continuar a trabalhar com as 15 horas por entender que, ao ter acesso a outras áreas do conhecimento, como cultura, esporte e lazer, o aluno passa pelo processo pleno de formação integral e não se limita apenas às disciplinas comuns da grade curricular”.

Este ‘novo formato’, permite que as escolas decidam entre a jornada escolar de 5 ou 15 horas semanais. As escolas que optarem pela ampliação de 5 horas vão trabalhar apenas com aulas extras de língua portuguesa e matemática. Já as escolas que preferirem a carga horária de 15 horas trabalharão também com atividades complementares de artes, cultura, esporte e lazer.

Basicamente, a nova versão determina que se a opção for de 15 horas, obrigatoriamente quatro devem ser destinadas a disciplina de português e quatro a de matemática. O restante, deve ser dividido entre as demais. “Com esse formato o programa fica mais focado no domínio pleno do cálculo, escrita e leitura. Antes o Programa era composto por mais de 100 atividades, agora são 27, o que permitirá um melhor processo de planejamento, execução e avaliação”, explicou o chefe do Departamento da Educação Básica da Secretaria, Cassiano Ogliari.

A Seed também destacou que o Paraná é o único estado em que as atividades são acompanhadas por professores da própria escola, já que no restante do País, as escolas desenvolvem as atividades com voluntários da comunidade que recebem uma bolsa. “Há um custo adicional de 7 mil horas na folha de pagamento, mas com essa medida garantimos que o programa não seja interrompido e também garantimos a qualidade das atividades porque esse profissional tem a formação acadêmica e pedagógica e em muitos casos já trabalha na mesma escola”, lembrou Cassiano.

Colaboração Seed