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Unioeste inaugura laboratório de Ecohidráulica e Hidrologia em Toledo

- Unioeste inaugura laboratório em Toledo

Será inaugurado nesta sexta-feira (09), o Laboratório de Ecohidráulica e Hidrobiologia, do Grupo de Pesquisa em Tecnologia em Ecohidráulica e Conservação de Recursos Pesqueiros e Hídricos (GETECH), da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), Campus de Toledo. A solenidade tem início às 15 horas e todos são convidados a participar.

O novo laboratório vem para auxiliar no desenvolvimento de pesquisas na área da Biologia e Ecologia Pesqueira. O evento será realizado no Instituto de Pesquisas em Aquicultura Ambiental da Instituição, localizado na Unnamed Road.

A professora Maristela Cavicchioli Makrakis, conta que o laboratório de Ecohidráulica e Hidrobiologia é o primeiro da América do Sul e tem como objetivo a realização de pesquisas centradas em estudos do comportamento e da capacidade natatória de espécies de peixes.

“Ele visa a busca de modelos adequados de passagens e escada para peixes. Também possui tubulações em estradas e canais, com o uso de um canal experimental que é uma inovação tecnológica no Brasil” explica.

Maristela complementa que este canal possibilitará também a realização de estudos da dispersão de organismos, matéria orgânica, substâncias químicas e sedimentos, sob condições de fluxo controladas, em busca de informações para compreender os processos de dispersão e de poluição por efluentes das atividades agroindustriais e agropecuárias.

“Possibilitará estudos do comportamento de sedimentos decorrentes das barragens de hidrelétricas, que afetam os sistemas hídricos, e consequentemente os recursos pesqueiros”

O laboratório terá grande papel na formação e treinamento recursos humanos nas áreas de Manejo e Conservação de Recursos Pesqueiros de Águas Interiores e de Desenvolvimento de Processos Químicos e Biotecnológicos com parcerias nacionais e internacionais consolidadas com a Universidade de Valladolid, Espanha, United States Geological Survey, Estados Unidos e Universidade de Karlstad, Suécia.

A professora conta que os resultados das pesquisas irão contribuir para o conhecimento do comportamento das espécies de peixes e para a sua manutenção e conservação. “Divulgar os resultados da pesquisa em eventos técnico-científicos e por meio de artigos científicos, propor, se necessário, medidas que venham melhorar o funcionamento dos sistemas de transposição para peixes em geral, como instrumento de minimização de impactos sobre as populações de peixes existentes” finalizou.

 Colaboração: Assessoria

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