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Família é ameaçada de despejo por choro de bebê

(Foto: Divulgação) - Família é ameaçada de despejo por choro de bebê
(Foto: Divulgação)

Uma família recebeu uma ameaça de despejo da empresa responsável pela administração do apartamento que eles alugam, em Londres, após reclamações dos vizinhos sobre o choro de um dos filhos do casal. Attila e Ildilo Wurth têm dois filhos, um menino de 3 anos e uma menina de 1 ano e 3 meses e não têm condições de comprar uma casa própria. Eles vivem num apartamento alugado no bairro de Hammersmith, na parte oeste da capital da Inglaterra.

A família recebeu um aviso da empresa que administra o prédio dizendo que outros moradores estavam reclamando "diariamente" e que se o barulho continuasse eles teriam "duas semanas de aviso prévio" para desocupar o imóvel. O email enviado por um administrador dizia que havia uma "queixa afirmando que, às 5h30 um bebê estava chorando e batendo com os pés e depois mais barulho às 6h 45, que acordou outros inquilinos do prédio".

O casal acredita que a atitude é uma "discriminação horrível" contra famílias que alugam imóveis com crianças. Segundo a família, o choro da filha não é excessivo e que eles são atenciosos com os vizinhos e não possuem nem aparelho de som ou TV.

"Ficamos chocados com a atitude insensível e cruel e profundamente chateados com a ideia de sermos expulsos da nossa casa. Nós pagamos nossas contas e não temos dinheiro sobrando. Você precisa ser extremamente rico para ter filhos em Londres. Nós somos muito cuidadosos com barulho, mas se os proprietários alugam para uma família com criança pequena, não é realista achar que o bebê não vai chorar às vezes", disse Wurth em entrevista para a BBC.

A empresa de aluguel, Sheraton Management Ltd, disse que os Wurths violaram o contrato de aluguel porque estavam causando problemas para os outros ocupantes do prédio não só relacionado às "crianças barulhentas", mas também outros barulhos.

"Como não houve diminuição do problema, relutantemente nós informamos para a senhora Wurth de que poríamos não ter outra alternativa além da ordem de despejo", disse a empresa.

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