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Rússia volta a negar interferência nas eleições dos EUA

O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou nesta segunda-feira que "avisou" que não havia um conluio entre o governo russo e a campanha do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, à presidência em 2016. Peskov também rejeitou as extensas evidências reveladas pela investigação comandada pelo conselheiro especial Robert Mueller de que os russos teriam interferido na eleição presidencial americana. "É difícil encontrar um gato preto em um quarto escuro, especialmente se ele não estiver lá", disse o porta-voz, ao insistir que o governo russo nunca interferiu nem nas eleições americanas nem nas de outros países.

Enquanto Mueller não encontrou evidências de que a campanha de Trump "conspirou ou coordenou" com Moscou durante a campanha eleitoral, ele descobriu várias intromissões russas e indiciou 25 russos acusados de hackear contas de e-mail democratas e espalhar informações falsas nas redes sociais. O Ministério de Relações Exteriores da Rússia rejeitou essas acusações, as quais foram classificadas de "ridículas" e "politicamente motivadas". Além disso, o ministério denunciou a investigação de Mueller como um desperdício de dinheiro dos contribuintes, decorrente do esforço dos democratas para desacreditar Trump.

Nos últimos meses, as autoridades russas descreveram a apuração comandada por Mueller em uma linguagem muito semelhante à de Trump, ao denunciá-la como uma caça às bruxas politicamente motivada. "Os resultados da investigação de Mueller são uma vergonha para os EUA e suas elites políticas", tuitou o presidente do comitê de informações do Conselho da Rússia, Alexei Pushkov. "Foi provado que todas as acusações foram inventadas", disse. Fonte: Associated Press.

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